O profeta messiânico fez a seguinte afirmação cerca
de setecentos anos antes da vinda de Cristo: “O povo que andava em trevas viu
uma grande luz, e sobre os que habitavam na região da sombra da morte
resplandeceu a luz.” (Is 9.2). A humanidade havia se distanciado de Deus e, por
mais que se esforçassem para cumprir as leis, não havia ninguém capaz de
cumpri-las na sua totalidade e esta era a condição para a redenção imposta pelo
Criador (Rm 8.3). Ou seja, pelas regras da lei, ninguém escaparia da condenação
do inferno. Que coisa triste, nascer, viver por um período limitado de tempo e
depois morrer! Esta era a realidade de todos até o nascimento do Messias
prometido.
Deus, na sua infinita bondade e misericórdia,
resolveu nos dar uma chance de redenção. Ele nos presentearia com alguém que
pudesse cumprir, na íntegra, toda a lei em nosso lugar, satisfazendo o seu
senso de justiça (Hb 4.14-16).
Na noite do nascimento de seu filho, Jesus, os
pastores, que estavam nas proximidades, receberam a visita de anjos que
disseram o seguinte:
“Não temais, porque eis aqui vos trago novas de
grande alegria, que será para todo o povo: Pois, na cidade de Davi, vos nasceu
hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor.
E isto vos será: Achareis o menino envolto em panos, e deitado numa
manjedoura.” (Lc 2.10-12).
O Natal significa muito mais que um momento de
reunião familiar, troca de presentes, mesas fartas com comidas e bebidas
típicas. Significa que o Eterno nos presenteou com a possibilidade da salvação;
de uma vida plena de alegria, paz, gozo, eternos, em um lugar onde não haverá
choro, morte ou qualquer outra coisa ruim, sempre presentes neste mundo dos
humanos (Ap 21.4).
Infelizmente, ainda existem muitas pessoas que
continuam rejeitando este presente. Pessoas que conseguem acreditar em duendes
verdes e outra série de crendices, no entanto, teimam em ignorar a Cristo, o
Filho do Deus vivo que nasceu e habitou entre nós. Vida esta que pôde marcar a
história, dividindo-a no “antes” e “depois”; que foi testemunhada por cerca de mais
de quinhentas testemunhas, segundo o relato do grande apóstolo Paulo (ICo
15.6).
Isto posto, neste momento ímpar, receba o grande
presente do Pai para a sua vida, Jesus Cristo de Nazaré. Tenha a sua dívida do
pecado totalmente paga e o seu nome escrito no Livro da Vida, isto é
verdadeiramente Natal!!!
Juvenal Oliveira


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