Um blog com publicações apologéticas, relacionadas a religião e a fé cristã. Todos os temas fundamentados na Bíblia Sagrada. O propósito principal é trazer edificação para a sua vida espiritual através da propagação das boas novas do evangelho de Cristo Jesus.
segunda-feira, 31 de dezembro de 2018
domingo, 30 de dezembro de 2018
BRASIL: A TERRA DA PROMESSA
Netanyahu é simplesmente o Primeiro-Ministro de um
país territorialmente minúsculo, que possuía num passado recente a maior parte
de suas terras improdutivas, formadas por grandes desertos. Um povo que até o
século passado nem sequer era reconhecido como nação. Só fazendo um parêntese,
diga-se de passagem, que um brasileiro teve um papel decisivo para que isto se
tornasse realidade, ao ser Osvaldo Aranha que presidiu a II Sessão da
Assembleia Geral da ONU que reconheceria Israel como Estado, em 1947. Uma nação
que passou por várias guerras e perseguições, sendo o holocausto a mais
conhecida de todas, onde milhares e milhares de judeus foram mortos pelos
nazistas alemães. Venceram em apenas seis dias de guerra os países árabes
circunvizinhos. Hoje, este homem é líder de uma nação respeitadíssima em todo o
mundo, apesar de toda a escassez de meios. País forte na economia, na área
tecnológica e que faz parte do seleto grupo que detém armas nucleares. Na
verdade, a sua frase foi ainda mais abrangente, pois antes de afirmar que nós
somos a terra da promessa (referindo-se ao futuro), ele disse que Israel é a
terra prometida, fazendo menção a narrativas bíblicas.
O que levaria um homem com tamanha experiência,
conhecimento e autoridade a fazer tal declaração? Será que ele está apenas
querendo fazer a política da boa vizinhança, tendo em vista que os nossos
governos antecessores se distanciaram de seu país? Será que ele quer conquistar
algum tipo de vantagem ao se aproximar de nós? Tudo isto é possível, mas
acredito piamente que ele só estava fazendo uma comparação lógica sobre as realidades
que envolvem os dois países. Se o seu, com todos os obstáculos, perseguições
milenares e pouquíssimos recursos naturais, conseguiu chegar aonde chegou,
imaginem o nosso.
Somos um país-continente, com a quinta maior área
territorial do planeta; de toda esta área, a maior parte é composta por terras
produtivas, inclusive, somos o maior produtor de café, açúcar e outros; o
segundo maior produtor de soja, carne bovina e de frango do mundo, só perdendo
para os Estados Unidos. Temos a maior reserva de nióbio da terra, um tipo de
metal leve e mais forte que o aço, caríssimo, utilizado na fabricação de
foguetes aeroespaciais e muitas outras coisas. Estamos entre os dez países do
mundo com a maior reserva de água doce. Temos a quinta maior reserva de minério
de ferro. Estamos entre os quinze países com a maior reserva de petróleo.
Possuímos um clima abençoado por Deus, com uma imensa biodiversidade. Não
sabemos o que é um furacão. Raríssimos abalos sísmicos registrados até o
presente. Uma baixíssima probabilidade de sofrermos ataques terroristas.
Por isto, e muito, muito mais, chegamos ao
reconhecimento internacional de que somos uma grande promessa para o futuro. O
que nos compete agora é tornarmos estas estimativas em realidade através do
investimento maciço em educação, na infraestrutura dos portos, a fim de
facilitar as exportações; adotar medidas que protejam as nossas riquezas, tais
como o investimento em tecnologia, o fortalecimento das nossas Forças Armadas e
a adoção de políticas externas protecionistas. E, finalmente, nos aliarmos a
países que tenham o que nos oferecer, como no caso de Israel. Uma parceria que
tem tudo para dar certo, pois a maioria dos brasileiros reconhece e adora o
mesmo Deus que tem abençoado sobremaneira a Israel no decorrer da história.
Juvenal Oliveira
quinta-feira, 27 de dezembro de 2018
MENSAGEM DE FIM DE ANO 2018/2019
Este ano tivemos eleições e o resultado das urnas mostrou o tamanho da insatisfação do povo com os políticos e a maneira suja como eles têm se comportado; o último presidente militar, João Figueiredo, antes de deixar o governo, já previa esta triste realidade que estaria por vir. Muitos caciques foram alijados da vida pública e o grupo que estava no poder há décadas, representado por inúmeros partidos, foi finalmente derrotado. Uma eleição conquistada a preço de sangue, pois o candidato vencedor saiu com uma cicatriz gigantesca na barriga devido a uma tentativa de homicídio realizada por um militante “isolado”, segundo o Ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, acreditem se quiser.
As eleições terminaram e agora não importa mais quem venceu ou perdeu, mas o que os eleitos farão em prol de nosso povo. Por isso, devemos dar as mãos e pedir a Deus que dê sabedoria aos novos integrantes do Executivo e Legislativo. Pensemos no Brasil como um grande barco onde todos nós fazemos parte desta tripulação. Se porventura ele naufragar, afundaremos todos. Isto precisa ficar bem latente em nosso raciocínio.
Talvez uma das mudanças precise acontecer não apenas no topo da pirâmide, representada por aqueles que exercem algum tipo de autoridade sobre as multidões, mas, sobre cada um de nós, cidadãos comuns; mudança esta que nos leve a parar de querermos viver à custa do Estado e, pior, sem muito esforço e levando vantagem em tudo. Que passemos a nos predispor para serem viabilizadas e implementadas as mudanças necessárias para o bem comum. Compreendermos a importância que temos ao fazermos parte da engrenagem desta imensa máquina, chamada Brasil.
As famílias devem voltar a ter o seu lugar de destaque por serem o embrião da sociedade. Precisamos admitir que o divórcio é extremamente danoso, por isso, devemos lutar com afinco para salvarmos os casamentos, principalmente quando há filhos menores envolvidos. Em relação à educação dos filhos, na prática, está provado que esta forma de ensiná-los sem limites e fazendo-lhes todas as suas vontades não está dando certo. Com a maioria das mulheres hoje trabalhando e disputando com os homens o seu espaço no mercado de trabalho, é preciso que se discutam meios de amenizar os danos causados às crianças de até seis anos de idade pela ausência dos seus pais. Outro problema extremamente grave e diretamente ligado à desestrutura familiar é o consumo de drogas que alimenta o tráfico, gerando violência e morte. Precisamos dar as mãos e lutar contra ela antes que nos mate a todos. Mais de setenta por cento dos homicídios estão ligados direta ou indiretamente ao consumo de drogas. Alguém pode pensar que este problema é apenas do vizinho, até que ele adentre ao seu lar, detalhe, sem pedir licença. As drogas não selecionam suas vítimas, prova desta triste realidade são as inúmeras famílias, de variadas classes sociais, que lutam desesperadas com esta situação. Por isso, devemos unir as nossas forças para combatê-la, ou pelo menos reduzir os seus danos por meio da adoção de políticas públicas adequadas.
É preciso haver um choque de racionalidade para compreendermos que nada vai melhorar em curto prazo, independentemente de quem esteja governando. O estrago causado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) e companhia foi grande demais e atingiu nossos alicerces. Temos um rombo no orçamento e medidas antipopulares talvez tenham que ser implementadas. Mas, temos potencial para superarmos todos estes desafios. O nosso país é riquíssimo, só nos falta uma boa gestão, honestidade, altruísmo e muita vontade de trabalhar.
Entremos então em 2019 com fé e confiança em dias melhores e de muitas mudanças. O passado deve nos servir apenas como corretivo para não cometermos mais os mesmos erros. Compre uma agenda nova e, ao olhar para ela, lembre-se de que ela estará em branco. Caberá a mim e a você preenchê-la com projetos, sonhos, metas, e, acima de tudo, disposição para realizar coisas novas que façam valer a pena cada dia a ser vivido neste novo ano que ora se inicia. Vamos, com a ajuda de Deus, escrever uma nova história.
Um feliz 2019 para todos os nossos amigos!!!
Juvenal Oliveira e família.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2018
segunda-feira, 17 de dezembro de 2018
NATAL: ATÉ QUANDO IGNORARÃO ESTE PRESENTE?
O profeta messiânico fez a seguinte afirmação cerca
de setecentos anos antes da vinda de Cristo: “O povo que andava em trevas viu
uma grande luz, e sobre os que habitavam na região da sombra da morte
resplandeceu a luz.” (Is 9.2). A humanidade havia se distanciado de Deus e, por
mais que se esforçassem para cumprir as leis, não havia ninguém capaz de
cumpri-las na sua totalidade e esta era a condição para a redenção imposta pelo
Criador (Rm 8.3). Ou seja, pelas regras da lei, ninguém escaparia da condenação
do inferno. Que coisa triste, nascer, viver por um período limitado de tempo e
depois morrer! Esta era a realidade de todos até o nascimento do Messias
prometido.
Deus, na sua infinita bondade e misericórdia,
resolveu nos dar uma chance de redenção. Ele nos presentearia com alguém que
pudesse cumprir, na íntegra, toda a lei em nosso lugar, satisfazendo o seu
senso de justiça (Hb 4.14-16).
Na noite do nascimento de seu filho, Jesus, os
pastores, que estavam nas proximidades, receberam a visita de anjos que
disseram o seguinte:
“Não temais, porque eis aqui vos trago novas de
grande alegria, que será para todo o povo: Pois, na cidade de Davi, vos nasceu
hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor.
E isto vos será: Achareis o menino envolto em panos, e deitado numa
manjedoura.” (Lc 2.10-12).
O Natal significa muito mais que um momento de
reunião familiar, troca de presentes, mesas fartas com comidas e bebidas
típicas. Significa que o Eterno nos presenteou com a possibilidade da salvação;
de uma vida plena de alegria, paz, gozo, eternos, em um lugar onde não haverá
choro, morte ou qualquer outra coisa ruim, sempre presentes neste mundo dos
humanos (Ap 21.4).
Infelizmente, ainda existem muitas pessoas que
continuam rejeitando este presente. Pessoas que conseguem acreditar em duendes
verdes e outra série de crendices, no entanto, teimam em ignorar a Cristo, o
Filho do Deus vivo que nasceu e habitou entre nós. Vida esta que pôde marcar a
história, dividindo-a no “antes” e “depois”; que foi testemunhada por cerca de mais
de quinhentas testemunhas, segundo o relato do grande apóstolo Paulo (ICo
15.6).
Isto posto, neste momento ímpar, receba o grande
presente do Pai para a sua vida, Jesus Cristo de Nazaré. Tenha a sua dívida do
pecado totalmente paga e o seu nome escrito no Livro da Vida, isto é
verdadeiramente Natal!!!
Juvenal Oliveira
segunda-feira, 10 de dezembro de 2018
O SEU LUGAR NÃO É NA CAVERNA
Elias foi um profeta muito ativo durante os
reinados de Acabe e Acazias no Reino do Norte (aprox. 875–850 a.C.). Ficou
bastante conhecido pelos israelitas, principalmente, pelo desafio que fez aos
450 profetas de um falso deus chamado Baal no monte Carmelo. Ele os venceu no
momento em que Deus ouviu sua oração e fez descer fogo dos céus, consumindo o
sacrifício no altar. Entretanto, após esta grande vitória, foi ameaçado pela
rainha Jezabel e fugiu, pediu a morte e adentrou numa caverna (I Rs 18 e 19).
Entrar na caverna para o profeta naquela ocasião
tinha um significado profundo. Ele estava exaurido física e emocionalmente. Às
vezes, isto acontece também conosco ao passarmos por momentos de intensas
batalhas. Por um breve momento, ele perdeu a sua autoestima, pois já não sabia
mais quem ele era; perdeu toda a sua motivação, como se algo tivesse sugado
toda a sua energia; por fim, ele perdeu a sua visão e direção, já que não sabia
mais para onde ir ou o que fazer de sua vida. Quantas pessoas têm entrado na
“caverna” e estão exatamente assim como Elias!
Impressionante, o mesmo Deus que estivera com Elias
enquanto tinha forças e vigor, agora vai ao seu encontro para alimentá-lo,
encorajá-lo, renovar as suas forças para que pudesse concluir o seu ministério.
O Eterno não chega ao seu servo prostrado com um chicote na mão, mas com a sua
mão benevolente estendida, sempre pronta a erguê-lo novamente. Naquele momento
de solidão e de conflitos inimagináveis, Deus era o único que poderia
arrancá-lo daquele lugar sombrio. E, assim, Ele fez, demonstrando a sua
fidelidade e amor incondicional. Hoje, este mesmo Deus continua visitando
“cavernas” com o intuito de retirar os seus de lá.
Por isso, quero afirmar aqui que ninguém está imune
de entrar numa “caverna” por mais comunhão que tenha com o Senhor, devido às
circunstâncias difíceis da vida, não obstante, ela jamais será o seu itinerário
final. O grande “Eu Sou” visitará você a fim de revigorá-lo; pegará firme em
suas mãos de modo que não possa soltar a fim de reerguê-lo e o colocar
novamente de pé, assim como fez com o profeta, pois o que planejou para ti há
de se cumprir.
Juvenal Oliveira




