sexta-feira, 7 de setembro de 2018

ELEIÇÕES 2018 E A LUTA DO BEM CONTRA O MAL



Sempre que se comenta sobre este assunto, logo se pensa em algum tipo de religião ou espiritualidade, mas a abordagem aqui será totalmente isenta de conceitos relacionados à fé. Todos os homens nascem com um instinto; uma capacidade de discernir o certo do errado; sabem diferenciar o que é do bem e o que é do mal; ele não precisa ter conhecimento de uma lei que, por exemplo, lhe diga que matar é errado, pois, no seu íntimo, já há a noção de que isto é um equívoco, com raríssimas exceções, se o indivíduo possuir algum problema psíquico. Eu não preciso, necessariamente, ser um religioso para nutrir sentimentos e ações baseadas no amor ao próximo; nas práticas norteadas pela moral e pelos bons costumes; no desejo de fazer as coisas certas, sendo honesto em toda a minha maneira de viver. Prova desta tese é que há uma multidão sem religião e que se autoafirmam ateus, que nem por isso vivem dissolutamente, pelo contrário, são cidadãos exemplares.

Nestas eleições, é possível ver essa luta do bem contra o mal. O mal é representado por um sistema que tem corroído nossas estruturas. Que fez da sua luta pelo poder a base de todas as coisas, não importando o que tenha que se fazer para manter este domínio. Um grupo perverso que faz das necessidades básicas dos menos favorecidos a isca para mantê-los no cárcere através dos diversos tipos de “auxílios”. Um grupo que se aproveita de temas sociais polêmicos para tentar dividir a população e, diga-se de passagem, isto não é por acaso. É no intuito de minar as forças e diminuir qualquer possibilidade de resistência ao seu domínio. A sociedade fica fatiada entre religiosos e ateus, heterossexuais e homossexuais, brancos e negros, pobres e ricos, analfabetos e cultos, etc., ou seja, desunida e enfraquecida, totalmente indefesa.

Um grupo que desarmou os homens de bem com um discurso de paz e amor e de conter a violência, entretanto, o que se vê é exatamente o contrário; o domínio de facções criminosas cada vez mais bem armadas acuando a todos e cometendo crimes hediondos sem o menor constrangimento na certeza da impunidade. Mais uma vez, afirmo que isto também não é por acaso, pois, no caso de uma resistência, estas facções serão empregadas como um grupo paramilitar em defesa destes radicais sem escrúpulos. Não tenho arma e também não pretendo ter uma, por uma questão de fé, mas esta é uma opção particular minha. No entanto, sou totalmente a favor de que um cidadão idôneo possa adquirir uma arma de fogo, para defender a si e a sua família, caso siga todos os procedimentos legais que devem ser previamente estabelecidos. A audácia dos criminosos se dá, principalmente, pela baixa probabilidade que existe de eles se depararem com uma vítima que possa revidá-los na mesma proporção de força. Este grupo do “mal” conseguiu dominar, inclusive a mídia, transformando policiais em vilões e bandidos em pobres vítimas de uma sociedade cruel e desumana. Eles segaram a população de tal forma que, apesar de as pessoas sofrerem na pele as consequências deste domínio violento por parte de milicianos, bandidos, traficantes, etc., permanecem criticando as ações da polícia. Um indivíduo, ao pegar num fuzil/pistola e sair às ruas ostentando e intimidando a todos, automaticamente, está assumindo todas as responsabilidades, inclusive a de ser abatido por uma força policial, que, neste caso, está representando o Estado Democrático de Direito, ou seja, o bem. Ao denegrir a imagem da polícia perante a sociedade, este grupo busca o seu apoio para pôr em prática o seu plano de desmilitarização e, assim, retirar mais uma força que possa ser um obstáculo para a concretização do seu plano maior.

Outra estratégia deste grupo perverso para se perpetuar no poder foi a de destruir as bases familiares. Leis foram criadas com o intuito de limitar a autoridade dos pais sobre os seus filhos. Outras, com o intuito de impedi-los de realizar qualquer atividade remunerada, com um discurso hipócrita de maus tratos com os menores, geram uma multidão de jovens e adolescentes desocupados e, consequentemente, presas fáceis para o narcotráfico. A família é o berço da sociedade, onde o ser humano começa a ser moldado para viver bem e exercer a sua cidadania. Outra estratégia deste grupo do “mal”, pois eles sabem que famílias desestruturadas geram cidadãos mais fáceis de serem dominados e manipulados ideologicamente.

Fazem parte deste grupo do “mal” hoje a maioria dos partidos políticos que não quer realizar as reformas constitucionais anticorrupção; não quer realizar uma reforma política decente, cortando na própria carne ao reduzir o número de partidos, de parlamentares e de seus benefícios extravagantes; não quer ver o povo evoluir culturalmente, ao saber que se isto acontecer, dificultará o seu poder de manipulação. Eles não estão preocupados com o país e com o seu desenvolvimento. Somente em se manterem no poder e sugar para si e seus “companheiros” toda a nossa riqueza.

Do lado oposto está o pequeno grupo do “bem”, representado por pouquíssimos candidatos, dentre eles, o JAIR MESSIAS BOLSONARO, que não é perfeito e nem pode ser considerado o salvador da pátria. Até mesmo porque isto é impossível num sistema presidencialista em que se depende demais do congresso para a aprovação de leis e demais medidas governamentais.  

Este grupo, diferente do primeiro, tem demonstrado que os interesses do país estão acima de quaisquer outros interesses. Tem autoridade moral e ética para enfrentar a corrupção e já se comprometeu a realizar tudo o que for possível para diminuir os seus índices. Já declarou que vai cortar os gastos e reduzir os ministérios, dando o exemplo para todos os demais setores da sociedade. Adotará políticas de inclusão e aproximação de todas as classes, unindo a população em prol de um único objetivo, o crescimento do país. Empenhar-se-á em estabelecer leis mais duras em relação aos delinquentes, como, por exemplo, a castração química para os estupradores. Combaterá as ONGs estrangeiras que só têm roubado as nossas riquezas de maneira sórdida. Estimulará a relação comercial entre os diversos países sem o viés ideológico, ou seja, visando tão somente o crescimento da nação sem outros objetivos escusos. Indicará profissionais para ocuparem os diversos cargos do alto escalão, acabando com as indicações políticas que só estimulam a corrupção, além de causar enorme prejuízo na gestão pela desqualificação profissional. Comprometeu-se a tomar medidas que protejam as famílias e as crianças. Já afirmou que não deseja a reeleição por querer ter liberdade para realizar as reformas extremamente necessárias para o desenvolvimento e crescimento do país. Escolheu antecipadamente um conceituadíssimo homem para ser o seu Ministro da Fazenda, a fim de melhorar a nossa economia, produzindo mais empregos, dando dignidade às pessoas, principalmente aquelas assistidas por diversos auxílios meramente eleitoreiros; um grupo considerado de pessoas que nada produz e que traz uma sobrecarga para a classe média que acaba tendo que pagar esta conta. Comprometeu-se a se empenhar para reduzir a carga tributária, que, diga-se de passagem, é uma das maiores do mundo.

Por tudo isto, e muito mais, acredito que BOLSONARO representa o grupo do “bem”, apesar de seus discursos serem muitas vezes inflamados. Pelo menos está demonstrando o que ele é de verdade, sem máscaras. Além do mais, a sua energia, mesmo parecendo ríspida e até mesmo deselegante algumas vezes, tem um objetivo plausível que é o de buscar o bem maior para todo o povo brasileiro. Todos os brasileiros estão cansados de promessas vazias e dos discursos e ações baseadas no “politicamente correto”. É o único candidato em condições de ganhar a eleição. O que representa uma verdadeira oposição ao atual sistema político apodrecido (de esquerda e centrão) que levou o país a uma das maiores crises já enfrentadas em toda a história. É hora de começarmos a endireitar o nosso país.

Juvenal Oliveira


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