Nestas eleições, é possível ver essa luta do bem
contra o mal. O mal é representado por um sistema que tem corroído nossas
estruturas. Que fez da sua luta pelo poder a base de todas as coisas, não
importando o que tenha que se fazer para manter este domínio. Um grupo perverso
que faz das necessidades básicas dos menos favorecidos a isca para mantê-los no
cárcere através dos diversos tipos de “auxílios”. Um grupo que se aproveita de
temas sociais polêmicos para tentar dividir a população e, diga-se de passagem,
isto não é por acaso. É no intuito de minar as forças e diminuir qualquer
possibilidade de resistência ao seu domínio. A sociedade fica fatiada entre
religiosos e ateus, heterossexuais e homossexuais, brancos e negros, pobres e
ricos, analfabetos e cultos, etc., ou seja, desunida e enfraquecida, totalmente
indefesa.
Um grupo que desarmou os homens de bem com um
discurso de paz e amor e de conter a violência, entretanto, o que se vê é
exatamente o contrário; o domínio de facções criminosas cada vez mais bem
armadas acuando a todos e cometendo crimes hediondos sem o menor
constrangimento na certeza da impunidade. Mais uma vez, afirmo que isto também
não é por acaso, pois, no caso de uma resistência, estas facções serão
empregadas como um grupo paramilitar em defesa destes radicais sem escrúpulos.
Não tenho arma e também não pretendo ter uma, por uma questão de fé, mas esta é
uma opção particular minha. No entanto, sou totalmente a favor de que um
cidadão idôneo possa adquirir uma arma de fogo, para defender a si e a sua
família, caso siga todos os procedimentos legais que devem ser previamente
estabelecidos. A audácia dos criminosos se dá, principalmente, pela baixa
probabilidade que existe de eles se depararem com uma vítima que possa
revidá-los na mesma proporção de força. Este grupo do “mal” conseguiu dominar,
inclusive a mídia, transformando policiais em vilões e bandidos em pobres
vítimas de uma sociedade cruel e desumana. Eles segaram a população de tal
forma que, apesar de as pessoas sofrerem na pele as consequências deste domínio
violento por parte de milicianos, bandidos, traficantes, etc., permanecem
criticando as ações da polícia. Um indivíduo, ao pegar num fuzil/pistola e sair
às ruas ostentando e intimidando a todos, automaticamente, está assumindo todas
as responsabilidades, inclusive a de ser abatido por uma força policial, que,
neste caso, está representando o Estado Democrático de Direito, ou seja, o bem.
Ao denegrir a imagem da polícia perante a sociedade, este grupo busca o seu
apoio para pôr em prática o seu plano de desmilitarização e, assim, retirar
mais uma força que possa ser um obstáculo para a concretização do seu plano
maior.
Outra estratégia deste grupo perverso para se
perpetuar no poder foi a de destruir as bases familiares. Leis foram criadas
com o intuito de limitar a autoridade dos pais sobre os seus filhos. Outras,
com o intuito de impedi-los de realizar qualquer atividade remunerada, com um
discurso hipócrita de maus tratos com os menores, geram uma multidão de jovens
e adolescentes desocupados e, consequentemente, presas fáceis para o
narcotráfico. A família é o berço da sociedade, onde o ser humano começa a ser
moldado para viver bem e exercer a sua cidadania. Outra estratégia deste grupo
do “mal”, pois eles sabem que famílias desestruturadas geram cidadãos mais
fáceis de serem dominados e manipulados ideologicamente.
Fazem parte deste grupo do “mal” hoje a maioria dos
partidos políticos que não quer realizar as reformas constitucionais
anticorrupção; não quer realizar uma reforma política decente, cortando na
própria carne ao reduzir o número de partidos, de parlamentares e de seus
benefícios extravagantes; não quer ver o povo evoluir culturalmente, ao saber
que se isto acontecer, dificultará o seu poder de manipulação. Eles não estão
preocupados com o país e com o seu desenvolvimento. Somente em se manterem no
poder e sugar para si e seus “companheiros” toda a nossa riqueza.
Do lado oposto está o pequeno grupo do “bem”,
representado por pouquíssimos candidatos, dentre eles, o JAIR MESSIAS
BOLSONARO, que não é perfeito e nem pode ser considerado o salvador da pátria.
Até mesmo porque isto é impossível num sistema presidencialista em que se
depende demais do congresso para a aprovação de leis e demais medidas
governamentais.
Este grupo, diferente do primeiro, tem demonstrado
que os interesses do país estão acima de quaisquer outros interesses. Tem
autoridade moral e ética para enfrentar a corrupção e já se comprometeu a
realizar tudo o que for possível para diminuir os seus índices. Já declarou que
vai cortar os gastos e reduzir os ministérios, dando o exemplo para todos os
demais setores da sociedade. Adotará políticas de inclusão e aproximação de
todas as classes, unindo a população em prol de um único objetivo, o
crescimento do país. Empenhar-se-á em estabelecer leis mais duras em relação
aos delinquentes, como, por exemplo, a castração química para os estupradores.
Combaterá as ONGs estrangeiras que só têm roubado as nossas riquezas de maneira
sórdida. Estimulará a relação comercial entre os diversos países sem o viés
ideológico, ou seja, visando tão somente o crescimento da nação sem outros
objetivos escusos. Indicará profissionais para ocuparem os diversos cargos do
alto escalão, acabando com as indicações políticas que só estimulam a
corrupção, além de causar enorme prejuízo na gestão pela desqualificação
profissional. Comprometeu-se a tomar medidas que protejam as famílias e as
crianças. Já afirmou que não deseja a reeleição por querer ter liberdade para
realizar as reformas extremamente necessárias para o desenvolvimento e
crescimento do país. Escolheu antecipadamente um conceituadíssimo homem para
ser o seu Ministro da Fazenda, a fim de melhorar a nossa economia, produzindo
mais empregos, dando dignidade às pessoas, principalmente aquelas assistidas
por diversos auxílios meramente eleitoreiros; um grupo considerado de pessoas
que nada produz e que traz uma sobrecarga para a classe média que acaba tendo
que pagar esta conta. Comprometeu-se a se empenhar para reduzir a carga
tributária, que, diga-se de passagem, é uma das maiores do mundo.
Por tudo isto, e muito mais, acredito que BOLSONARO
representa o grupo do “bem”, apesar de seus discursos serem muitas vezes
inflamados. Pelo menos está demonstrando o que ele é de verdade, sem máscaras.
Além do mais, a sua energia, mesmo parecendo ríspida e até mesmo deselegante
algumas vezes, tem um objetivo plausível que é o de buscar o bem maior para
todo o povo brasileiro. Todos os brasileiros estão cansados de promessas vazias
e dos discursos e ações baseadas no “politicamente correto”. É o único
candidato em condições de ganhar a eleição. O que representa uma verdadeira
oposição ao atual sistema político apodrecido (de esquerda e centrão) que levou
o país a uma das maiores crises já enfrentadas em toda a história. É hora de
começarmos a endireitar o nosso país.
Juvenal Oliveira


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