Estar na “GERAL” significava ter que
ficar em pé o tempo todo. Arriscar ser atingido por qualquer objeto lançado das
arquibancadas. Ter que obrigatoriamente levar o seu radinho de pilha para ouvir
a narração do jogo, pois nem sempre dava para visualizar com nitidez e amplitude
os lances mais emocionantes e decisivos da partida. Alguns ignoravam todos
estes pontos negativos simplesmente pela oportunidade que tinham de estar
próximos do espetáculo e de interagir com os ídolos do seu clube do coração. Já
li algumas matérias sobre a frustração por parte daqueles assíduos com a
retirada da “GERAL”. Chegaram a afirmar o seguinte: “O Maracanã nunca
mais será o mesmo sem ela.”
Às vezes tenho a impressão de que, na verdade, a “GERAL” não
acabou, pelo contrário, o seu público cresce a cada dia. Uma multidão de
brasileiros que faz questão de estar nela pelo simples fato de estarem perto do
“espetáculo secundário”. Espetáculos como os realizados nos coliseus de Roma,
circos armados para trazer entretenimento e tirar o foco de coisas muito mais
importantes. Estes “espetáculos secundários” se apresentam a todo instante na
terra dos tupiniquins e podemos exemplificar alguns deles, tais como: futebol;
carnaval; bingos; programas televisivos como telenovelas, big brother etc.; redes
sociais; shows de todos os tipos e para todos os gostos; os shoppings com as
suas lojas super atrativas, prontas a atender as necessidades dos consumidores
mais exigentes e compulsivos; e muitos outros. Antes que me interpretem mal,
quero esclarecer que não sou contra o entretenimento, se for algo saudável e
não ocupe exageradamente o nosso tempo a ponto de perdermos a visão do
verdadeiro espetáculo que é a existência humana na sua plenitude.
O grande problema de quem está na “GERAL” é
que a sua visão é extremamente limitada. Não consegue enxergar com nitidez o
grande espetáculo da vida. Não consegue compreender e visualizar os grandes
lances, necessitando também do auxílio de um locutor que nem sempre transmitirá
a informação como realmente ela é, sendo facilmente manipulado pelo sistema.
Quem está na “GERAL” não consegue
enxergar a ideologia que está sendo implantada em doses homeopáticas por
aqueles que estão no poder. Acabam enxergando com naturalidade o governo
colocar uma questão no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM-2015) que tenta
empurrar goela abaixo a ideologia de gênero, afirmando o seguinte: “Não se
nasce mulher, torna-se mulher”. Isto
é um absurdo!
O grande desafio para nós, brasileiros, hoje é
sairmos da “GERAL”, do lugar que limita a nossa visão. Que nos prende ao
“espetáculo secundário” e nos torna escravos dos sistemas implantados. Que nos
prende a uma suposta zona de conforto que poderá nos fazer pagar um alto preço
por ela no futuro.
A decisão de sair da “GERAL” e subir as
arquibancadas é minha e sua. Na arquibancada conseguiremos ver as imagens da
vida por ângulos diversificados. Usaremos a capacidade de raciocínio que o
próprio Deus nos concedeu para nos libertarmos dos sistemas implantados. Estes
sistemas a que me refiro abrangem todas as extensões, seja política, econômica,
social ou religiosa, da nossa sociedade. Sempre na intenção de dominar a
maioria das pessoas, obrigando-as a pensar exatamente como elas.
Dessarte, aproveite o secundário, sem perder a
concentração no espetáculo principal, a fim de não permitirmos que nos coloquem
amarras e nos façam ter uma visão míope da vida. Senão, corremos um alto risco
de colhermos frutos bem amargos num futuro muito próximo.
Que Deus abençoe a vida de todos os
brasileiros.
Juvenal Oliveira


Análise realista da atualidade, um governo que sutilmente prega a ideologia de gênero, a desagregação da família tradicional, corrompendo valores morais e financeiros. Temos que reagir nas urnas!
ResponderExcluirPerfeito. Enquanto estamos na "geral", este desgoverno vai empurrando goela abaixo, em doses homeopáticas, a ideologia de gênero. #FORAPT, #FORALULA, #FORADILMA
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirCorreto, sair da geral é dizer não a unanimidade e se posicionar de forma pessoal e imparcial aos acontecimentos que norteiam nosso mundo, e muitas das vezes turvam a nossa visão, nos impondo sobremaneira um caminho sutilmente correto, encoberto de aceitações dos muitos entendidos que são considerados mestres em suas teses deturpadoras e destrutivas. Devemos estar atentos aos fatos e recorremos sempre ao nosso Grande Criador em Jesus Cristo, nosso fiel amigo, pedindo sempre sabedoria e capacidade, para sermos instrumentos em suas divinas mãos e que seu amor nos faça agir de forma que não venhamos causar nenhum tipo de dor ou sofrimento sem causas ou efeitos, benéficos e benevolente. Em fim que nossa visão possa ser a visão de Cristo e nossas práticas e atitudes sejam dominadas pelo Espirito Santo. Deus abençoe a todos. SHALOM
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