Quando o país finalmente acorda e resolve mudar, elegendo
um candidato de oposição. Fazendo aqui um parêntese, há muito tempo que o país
não sabia o que era oposição de verdade, pois todos os partidos se uniram para
enriquecerem à custa dos trabalhadores brasileiros, ou seja, a oposição era
somente para “inglês” ver. PSDB, PT, PDT, PMDB e CIA, todos juntos no mesmo
esquema de corrupção. Bendita Lava Jato! Agora, surgem grupos poderosos
tentando minar o governo diariamente a qualquer custo. Dentre eles estão os
jornalistas, alguns freelancers e outros a serviço de grandes emissoras de
rádio e televisão, como a Rede Globo, a BAND, a rádio CBN e muitas outras.
Desrespeitando a vontade do povo que elegeu o seu presidente democraticamente.
A função básica de um jornalista é informar,
relatar fatos, comunicar. Isto tudo com muita seriedade e responsabilidade, não
abrindo mão, em hipótese alguma, da verdade. Mas, infelizmente, não é isto que
temos visto atualmente em nosso país. O que temos observado são jornalistas
militantes que querem forçar uma barra o tempo todo em cima de uma informação,
transformando muitas vezes fatos em “fake news”. Recentemente, fiquei perplexo
com o Datena, até então muito conceituado pelo seu posicionamento firme contra
as coisas erradas, fazendo o papel de um repórter altamente crítico.
Simplesmente, ele tentou colocar em dúvida os procedimentos utilizados pelo
então juiz federal Sérgio Moro na operação Lava Jato, baseados em vazamentos
duvidosos e ilegais realizados por hackers contratados pelos bandidos do
colarinho branco a valores bilionários. Espera aí, a decisão do juiz Sergio
Moro foi confirmada pelas instâncias superiores. Quer dizer então que todas as
instituições, como Ministério Público, Polícia Federal e vários integrantes do
Poder Judiciário, estão agindo fora da lei? É isso mesmo? Que país é este? Que
forçação de barra é esta?
O que torna a situação ainda mais preocupante é que
esta classe de “profissionais” exerce um poder de influência gigantesca em todo
o país. Eles conseguem esconder notícias relevantes, enfatizar algumas de pouca
importância e manipular à sua maneira tantas outras, conseguindo mudar o
sentido das coisas. Transformam fatos positivos em negativos, pois lhes
acrescentam os seus pensamentos e posicionamentos ideológicos, seja por pura
ideologia ou por outros interesses como dinheiro, posição, manutenção do
emprego, poder, etc.
Assim sendo, conclamamos esta estimada classe a
retornar urgentemente às suas origens, que separem o joio do trigo. Todos os
jornalistas precisam decidir se querem ser fiéis às suas profissões ou se
querem ser militantes. Caso optem pela última, devem abandonar o “título” de
jornalista e ter a coragem de assumir a sua postura de mero idealista ou
militante, sem a menor preocupação em expor a verdade dos fatos imparcialmente.
E viva as redes sociais!!! Senão, seria muito pior. A eleição já terminou. É
hora de nos unirmos por um Brasil melhor, independentemente de nossas
ideologias.


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