Um blog com publicações apologéticas, relacionadas a religião e a fé cristã. Todos os temas fundamentados na Bíblia Sagrada. O propósito principal é trazer edificação para a sua vida espiritual através da propagação das boas novas do evangelho de Cristo Jesus.
domingo, 29 de setembro de 2019
PASTOR CHAMADO OU “CHAMADO PASTOR”
terça-feira, 24 de setembro de 2019
PRECISO ESTAR CONECTADO PARA SOBREVIVER
Quando alguém busca se conectar, dentre tantas coisas, ela está à procura
de informações; ela quer estar por dentro dos últimos acontecimentos, das
novidades do momento; ela está buscando obter uma visão ampliada do mundo. Para
a maioria dos usuários da grande rede, estar conectado é tão prazeroso que a
ideia que têm a respeito dela é a de que os seus corpos reagirão a isto,
produzindo substâncias químicas naturais como a endorfina, a serotonina, a
dopamina e a oxitocina. O grande problema nessa conexão, que parece o paraíso
da felicidade, é que ela é viciante assim como as substâncias entorpecentes. A
sensação de bem-estar e prazer, lamentavelmente, só dura enquanto houver o
“sinal”. Caiu a rede, a alegria logo vai embora junto e o que sobra é uma grande
sensação de vazio. Por tudo isto, parece que o mundo virtual possui um
gigantesco ímã que tenta sugar a todos, sem qualquer distinção. A humanidade,
ao usá-lo, não conseguiu ainda chegar ao clímax do prazer e do contentamento,
apesar de ele tentar passar esta ideia para as pessoas que vivem conectadas.
Será possível existir alguma coisa mais atraente e abrangente? Existe alguma
conexão ainda mais notável do que esta? São perguntas que muitos estão fazendo.
Certamente, há uma conexão muito mais profunda. A que nos une ao mundo
espiritual. O acesso a este é totalmente gratuito e ilimitado, mas não são
apenas essas as características que distinguem um do outro. O mundo espiritual
pode ampliar a nossa visão ao ponto de compreendermos que tudo aqui é transitório
(1Jo 2.15-17); apto a preencher totalmente o vazio existencial que todos
os seres humanos possuem, trazendo paz, gozo e alegria duradouros (Jo 7.38).
Portanto, para subsistir neste mundo cruel e tenebroso, é preciso estar
conectado. Não somente a grande rede, a qual é apenas um paliativo. Cada um
deve procurar estar atado, ligado sim, mas, aquele que desceu do seu trono de
glória; se vestiu de homem; morreu em nosso lugar, assumindo toda a nossa
culpa, Jesus Cristo de Nazaré (Fl 2.5-11). Nele estaremos plenamente
libertos, por ser poderoso o suficiente para satisfazer as mais profundas
necessidades da nossa alma. Para se conectar, é simples. Basta crer, confessar
os seus pecados e se render inteiramente, tendo-o como seu Senhor e Salvador
(Rm 10.9). A partir de então, sempre haverá sinal disponível para aquele que o
buscar de todo o coração. Neste caso, estar conectado significará sobreviver e
vencer neste ambiente hostil, dominado pelo pecado, no qual estamos todos
inseridos (Ap 2.11; 21.8).
sexta-feira, 20 de setembro de 2019
quarta-feira, 4 de setembro de 2019
O PECADO DA OMISSÃO
Existe um tipo de pecado que costuma passar
despercebido, sendo tratado com descaso por muitos “cristãos”, o qual é o
pecado da omissão. Jesus, ao ser interpelado por um teólogo judeu que queria
tão somente o colocar à prova, lhe contou a seguinte história:
“Descia um homem de Jerusalém para Jericó, e
caiu nas mãos dos salteadores, os quais o despojaram, e espancando-o, se
retiraram, deixando-o meio morto. E, ocasionalmente, descia pelo mesmo caminho
certo sacerdote; e, vendo-o, passou de largo. E, de igual modo,
também um levita, chegando àquele lugar, e, vendo-o, passou de
largo. Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou ao pé dele e,
vendo-o, moveu-se de íntima compaixão; e, aproximando-se, atou-lhe as feridas,
deitando-lhes azeite e vinho; e, pondo-o sobre o seu animal, levou-o para uma
estalagem, e cuidou dele.” (Lc 10.30-34).
Jesus utiliza nesta história a figura de três
homens, sendo dois religiosos praticantes e um não praticante, que, se fôssemos
contextualizar, os primeiros seriam membros de alguma igreja “evangélica” e o
último alguém que não expressa fé alguma. O erro cometido por estes dois
religiosos aqui não foi por fazerem alguma coisa errada, pelo contrário, foi
exatamente por deixarem de fazer. Ignoraram a pessoa que
precisava de ajuda. Talvez tivessem pensado: — Isto não é problema meu. Alguém
vai aparecer para ajudá-lo. Ou então: — Deve ser consequência da vida de pecado
que ele vive e Deus está por castigá-lo. Ou ainda: — Quando chegar ao templo,
vou orar por ele para que Deus faça uma grande obra em sua vida. Uma frase
muito empregada por estes “cristãos” que vivem se omitindo é: “Vamos orar”.
Mas, eles falam isto apenas para se verem livres do problema ou lançar toda a
responsabilidade em Deus. Quanta omissão em nossos arraiais!!! “Eu não vou
fazer.” “Não irei decidir.” “Esta responsabilidade não é minha.” “Alguém chame
os responsáveis, por favor.”
Portanto, Jesus ensina aquele doutor da lei que não
basta ter um profundo conhecimento acerca de Deus e das suas leis, mas que é
preciso ir além; ter um coração sensível e disposto a lhe obedecer e fazer a
sua vontade. As palavras finais do Mestre para aquele catedrático, que servem
para todos nós hoje: “Vai e procede tu de igual modo” (Lc 10.37).








