Quando alguém busca se conectar, dentre tantas coisas, ela está à procura
de informações; ela quer estar por dentro dos últimos acontecimentos, das
novidades do momento; ela está buscando obter uma visão ampliada do mundo. Para
a maioria dos usuários da grande rede, estar conectado é tão prazeroso que a
ideia que têm a respeito dela é a de que os seus corpos reagirão a isto,
produzindo substâncias químicas naturais como a endorfina, a serotonina, a
dopamina e a oxitocina. O grande problema nessa conexão, que parece o paraíso
da felicidade, é que ela é viciante assim como as substâncias entorpecentes. A
sensação de bem-estar e prazer, lamentavelmente, só dura enquanto houver o
“sinal”. Caiu a rede, a alegria logo vai embora junto e o que sobra é uma grande
sensação de vazio. Por tudo isto, parece que o mundo virtual possui um
gigantesco ímã que tenta sugar a todos, sem qualquer distinção. A humanidade,
ao usá-lo, não conseguiu ainda chegar ao clímax do prazer e do contentamento,
apesar de ele tentar passar esta ideia para as pessoas que vivem conectadas.
Será possível existir alguma coisa mais atraente e abrangente? Existe alguma
conexão ainda mais notável do que esta? São perguntas que muitos estão fazendo.
Certamente, há uma conexão muito mais profunda. A que nos une ao mundo
espiritual. O acesso a este é totalmente gratuito e ilimitado, mas não são
apenas essas as características que distinguem um do outro. O mundo espiritual
pode ampliar a nossa visão ao ponto de compreendermos que tudo aqui é transitório
(1Jo 2.15-17); apto a preencher totalmente o vazio existencial que todos
os seres humanos possuem, trazendo paz, gozo e alegria duradouros (Jo 7.38).
Portanto, para subsistir neste mundo cruel e tenebroso, é preciso estar
conectado. Não somente a grande rede, a qual é apenas um paliativo. Cada um
deve procurar estar atado, ligado sim, mas, aquele que desceu do seu trono de
glória; se vestiu de homem; morreu em nosso lugar, assumindo toda a nossa
culpa, Jesus Cristo de Nazaré (Fl 2.5-11). Nele estaremos plenamente
libertos, por ser poderoso o suficiente para satisfazer as mais profundas
necessidades da nossa alma. Para se conectar, é simples. Basta crer, confessar
os seus pecados e se render inteiramente, tendo-o como seu Senhor e Salvador
(Rm 10.9). A partir de então, sempre haverá sinal disponível para aquele que o
buscar de todo o coração. Neste caso, estar conectado significará sobreviver e
vencer neste ambiente hostil, dominado pelo pecado, no qual estamos todos
inseridos (Ap 2.11; 21.8).


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