Jesus Cristo, sendo Deus, deixou o seu trono de glória; vestiu a camisa da humanidade e entrou em campo para disputar uma partida onde o grande troféu seria libertar o homem do poder avassalador do pecado e conduzi-lo ao pódio, digo, ao céu. O primeiro casal havia perdido a primeira partida. A serpente conseguiu driblar Eva e marcou um golaço; a bola, digo, o fruto, não era para ser comido, mas, para ser apenas observado (Gn 3.6). Resultado, vitória do time “adversário”, cujo nome se chamava satanás (Rm 3.23; 1Pe. 5.8). Entretanto, esta ainda não era a decisão do campeonato, digo, do fim da humanidade.
Satanás entrou com uma grande vantagem, pois o campo, digo, o mundo, estava sob o seu domínio (1Jo 5.19). Além do mais, a camisa da humanidade exercia um peso excessivo sobre os ombros do Nazareno, que o tornava limitado (Fl 2.7). Sem esta camisa, não haveria necessidade alguma dele competir, pois o seu poder era imensuravelmente superior ao do adversário. Mas era a regra do jogo ter que competir com esta camisa, como aconteceu na primeira partida (Hb 8.3).
O time de Cristo saiu na frente e muitos gols foram marcados. Os paralíticos andavam; os cegos enxergavam e até os mortos ressuscitavam (Mt 4.24, 11.5). Uma grande plateia, digo, multidão, não apenas o aplaudia de pé, como invadiam o gramado querendo estar o mais próximo possível deste indescritível craque (Mt 19.2). A vitória parecia certa até que um pênalti foi marcado. Judas Iscariotes entrou de carrinho na pequena área, traindo a confiança do seu time (Mt 10.4). Foi o primeiro gol do adversário. Mas, outros gols foram marcados. Jesus foi preso, humilhado, açoitado, transpassado pelas nossas transgressões (Is 53). A partida se aproximava do fim e, aos 42 minutos do segundo tempo, o time adversário fez mais um gol, quando aquele Mártir Supremo deu o seu último suspiro na cruz, virando o placar (Lc 23.46). O Estádio ficou em silêncio e naquele exato momento a energia se foi, trazendo densas trevas sobre todos (Mt 27.45). Tudo indicava que Satanás sairia vitorioso, pois estávamos há apenas três dias, digo, três minutos para o término da partida (Lc 24.7).
Mas, no último segundo do jogo, Cristo, o nosso único ídolo; o melhor em campo; o Senhor dos Senhores; o Mestre dos mestres; o nome que é sobre todos os nomes, marcou o grande gol da vitória, digo, ressuscitou (Lc 24.6; Mt 28.6)!!! O Eterno, o grande juiz, com um apito final, terminou a partida. Agora, o nosso redentor faz questão de afirmar: “TETELESTAI”, que significa está consumado, está decretado, está terminado (Jo 19.30)!!! Jesus Cristo, a nossa Páscoa, venceu, nos libertando definitivamente do poder do pecado e da morte (Rm 6.23; 1Co 5.7). Que tal você, a partir de hoje, começar a vestir também a camisa deste time e se tornar também um grande campeão (1Co 9.24-25, 15.22; 1Jo 3.2; Rm 8.37; Ap. 3.20).
Boa Páscoa a todos os meus amigos!
Juvenal Oliveira e família


Faço parte deste time, gr a Deus, que deu o Seu único Filho p morrer em meu lugar!!!
ResponderExcluirExcelente
ResponderExcluirEu também facf parte desse time,GLORIAS A DEUS
ResponderExcluirParabéns pelo texto, nosso artilheiro Juvenal! Esse foi mais um golaço!
ResponderExcluirJogar neste time, significa entrar em campo já sabendo o resultado da partida. Poderemos até sofrer alguns gols, que são as tempestades da vida, não obstante, subiremos ao pódio, ainda que exaustos ou até mesmo feridos pelos confrontos intensos; seremos mais que vencedores por intermédio daquele que nos amou, Jesus de Nazaré. A Ele toda Honra, toda a glória e todo o Louvor!!!!
ResponderExcluirAmém , e belo texto!
ResponderExcluirAmém, irmão. Deus te abençoe.
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