A única ideologia que é totalmente confiável,
eficiente e que pode trazer benefícios concretos e duradouros para uma
comunidade, sem efeitos colaterais, é aquela proveniente do manual do
fabricante; daquele que criou o homem e que conhece profundamente toda a sua
estrutura e pode esmiuçá-lo profundamente como nenhum outro (Hb 4.12). A Bíblia
traz um considerável volume de ideias, pensamentos, normas e diretrizes capazes
de tornar a vida mais agradável e feliz (Sl 119.35, 72, 77, 92, 152, 167; II Tm
3.14-16). Dentre milhares de recomendações, ela ensina que não se deve fazer
acepção de pessoas; onde todos devem ser tratados com igualdade,
independentemente de sexo, cor, raça, idade, condição socioeconômica, etc. (Dt
10.17; At 10.34; Rm 2.11; Ef 6.9; Tg 2.9).
Ela ensina que a família é constituída
exclusivamente por um homem e uma mulher, formando um casal, com a missão de
gerar filhos e dar prosseguimento à vida na terra, que deve ser valorizada e
tratada como uma peça-chave para o povo (Mc 10.6-8; Gn 1.27-28, 2.24). Ensina
que devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos (Mt 19.19, 22.37-39).
Imaginemos uma sociedade inteira agindo assim, independentemente de qualquer
sistema de governo (Sl 33.12). Segundo ela, devemos sempre respeitar os mais
velhos, os pais e todas as autoridades constituídas (Ef 6.2; Tt 3.1). Com ela,
o homem é capaz de se tornar livre; livre de todos os seus fantasmas,
angústias, dores e medos; livres do pecado e da condenação eterna; livres para
sempre e não apenas por um determinado período (Mt 11.28-30; Lc 4.18; Jo 8.
32–36; Rm 6.22-23, 8.2,21; Ap 1.5). Só ela pode verdadeiramente ensinar o
caminho para a felicidade e para a tão sonhada paz de espírito, algo que é
perseguido por quase todos e muitas vezes sem sucesso (Jo 14.27). Ela é tão
profunda que mostra a realidade de um reino ainda maior, melhor e abrangente
que o global (Mt 16.26; Rm 6.33, 10.9). Estabelece como regras principais o
amar a Deus sobre todas as coisas e o dever de buscá-lo em primeiro lugar,
tendo como resultado o suprimento de todas as necessidades básicas (Mt 6.33).
Diferente das demais, ela menospreza o poder, ensinando que aquele que desejar
ser o maior, deve se colocar na posição de servo (Lc 14.11; Fl 2.5-9).
Por isto, e muito, muito mais, podemos afirmar que
a ideologia de Deus, não a de uma mera religião, é a única perfeita e que vale
a pena ser seguida, pois se sobrepõe a todas as outras que já surgiram desde os
primórdios. É paradoxal alguém afirmar que é cristão e se deixar enveredar por
outras ideologias, principalmente se estas confrontarem os preceitos de Cristo.
Soli Deo Glória!
Juvenal Oliveira Netto


Parabéns meu irmão.
ResponderExcluirDeus continue a te usar para obra Dele.