sábado, 26 de maio de 2018

PARTIDOS POLÍTICOS OU FACÇÕES CRIMINOSAS?



Várias facções criminosas se instalaram e tomaram o poder deste país. Provavelmente, vocês devem estar pensando que estou me referindo ao Primeiro Comando da Capital (PCC) ou ao Comando Vermelho (CV), duas das maiores organizações criminosas do tráfico de drogas no Brasil. Pior que não, estou falando de organizações ainda mais poderosas e hierarquicamente superiores, não sei se é possível utilizar esta palavra, mas, somente para que vocês entendam que estas estão em um patamar ainda mais elevado, por incrível que pareça.  

A operação Lava Jato descortinou uma realidade caótica que se tornou a política nas últimas décadas. Infelizmente, não começou com o Lula e o seu partido, o PT. O que ele fez foi tornar o esquema, já existente, ainda mais organizado, ousado e sofisticado.  

Uma facção criminosa é definida como um grupo de indivíduos que se reúnem e se organizam com hierarquia e disciplina com o intuito de cometer crimes e enriquecer ilicitamente. Pois é exatamente assim que agem os partidos políticos. Depois que as investigações da Lava Jato chegaram ao senador Aécio Neves, um dos caciques do PSDB e aparente opositor e concorrente ao governo nas últimas eleições presidenciais, chegamos à conclusão de que, na verdade, nunca houve oposição de verdade. Um verdadeiro teatro das tesouras, onde todos faziam um acordo para saquear o país, enquanto o povão torcia para ele vencer a então “presidenta” Dilma, do PT, na esperança de que dias melhores viriam. Um tremendo engano e pura decepção, pois o maior concorrente do então governo fazia parte do mesmo esquema de corrupção. Sua campanha era abastecida com o mesmo dinheiro de propina oriundo das grandes empreiteiras.

Os brasileiros precisam enxergar e compreender que a Lava Jato foi praticamente um milagre de Deus. Os mafiosos estavam tão confiantes de que ninguém conseguiria destroná-los que, em plena investigação do chamado “mensalão”, o grupo continuava operando descaradamente na ilicitude; tinha até um departamento exclusivo para propina em uma das maiores empresas brasileiras, que, até então, era conceituadíssima e acima de qualquer suspeita. O esquema era muito sofisticado e difícil de ser plotado. Por isso, temos que tirar o chapéu para o Juiz Sérgio Moro e sua equipe, o Ministério Público e a Polícia Federal, que conseguiram adentrar nele e trazer para os tribunais diversos criminosos com provas contundentes do seu funcionamento e estruturas delituosas.

Alguém já parou para pensar qual é a necessidade de tantos partidos? Será que cada um deles tem uma linha de pensamento própria ou uma ideologia que justifique esta divisão? Claro que não, isto faz parte do esquema. Além de dificultar a governabilidade, torna qualquer presidente refém desta máfia. Para conseguir governar, precisa negociar o tempo todo com cargos, ministérios, verbas, aprovação de leis que favoreçam determinados grupos de interesse.

A Lava Jato realizou um belíssimo trabalho, mas se nada for feito, tudo indica que estes esquemas fraudulentos continuarão a acontecer e a lesar a população brasileira. Prova disto foi o que aconteceu com as dez medidas anticorrupção elaboradas pelos Procuradores da República. A Câmara dos Deputados simplesmente alterou por completo, mudando totalmente o seu sentido e facilitando o crime do colarinho branco.

Olhando tudo isto, parece não haver solução para o problema, pois temos uma população alienada e também fácil de corromper; um congresso atual composto na sua grande maioria de parlamentares investigados por crimes supostamente cometidos; um sistema político que facilita toda esta corrupção e que é difícil de ser mudado, pois não é de interesse dos atuais caciques da política que serão atingidos em cheio; um Judiciário que, infelizmente, também dá indícios de ter sido corrompido por este sistema, isto pelas decisões recentes de alguns Ministros do STF; um Presidente da República, que fazia parte do governo anterior e da cúpula condenada na Lava jato e que tem sido alvo constantes de investigações; um sistema eleitoral duvidoso, pois já ficou comprovado que estas urnas eletrônicas não são confiáveis e que podem ser manipuladas, mudando o resultado de uma eleição inteira; um enorme volume de dinheiro oriundo do tráfico de drogas que tem abastecido as lavanderias destes partidos políticos e os tornando reféns de outro grupo que tem destruído a nossa população.

Para o Brasil sair desta crise, ele precisa realizar uma reforma política decente para estancar a possibilidade de estes esquemas criminosos continuarem. Precisa realizar uma reforma no Código Penal e na própria Constituição. Mas, para que isto se torne possível, é necessário que os brasileiros, através dos seus votos, não reelejam mais nenhum político a fim de mudar por inteiro este congresso. Nenhum homem, por mais honesto e capacitado que seja, conseguirá dar jeito neste país com este sistema político atual. Na verdade, não é um sistema político e sim uma composição de um monte de facções criminosas sem o menor escrúpulo e que só querem sugar a riqueza da nossa nação.

Portanto, queridos compatriotas, vamos ter fé de que as coisas irão melhorar, mas é preciso mais que ter fé apenas. Precisamos destronar estes caciques; desmantelar estas facções criminosas através do nosso voto. Exigirmos os nossos direitos, ainda que precisemos sair às ruas em massa de forma pacífica e ordeira, refrescando a memória dos políticos de um trecho que está em nossa Constituição que diz o seguinte: “Todo o poder emana do povo…”.

Que Deus abençoe a República Federativa do Brasil!

Juvenal Oliveira

 


sexta-feira, 25 de maio de 2018

A IDEOLOGIA DE DEUS



Na atualidade, toda a sociedade brasileira tem debatido com muita regularidade as chamadas “ideologias”, principalmente em relação às políticas de governo e às características que diferenciam a masculinidade da feminilidade. É muito difícil definirmos com exatidão o verdadeiro sentido desta palavra. Existem duas principais linhas de interpretação. Uma, sendo chamada de neutra, é a mais comum. Definida como um conjunto de ideias, pensamentos ou visões de mundo de uma pessoa ou grupo. Digo, simplesmente um conjunto de ideias que podem ser referentes a variadas áreas como a política, a religião, a filosofia, a sociologia, etc. A outra, chamada de crítica, é conceituada por uma ideia que mascara a realidade; que domina determinada classe; uma ferramenta utilizada com o intuito de manter o máximo de pessoas aprisionadas a linhas de pensamento como se fosse uma verdade absoluta. Esta última é a mais perigosa, por tender a mascarar a realidade.

A única ideologia que é totalmente confiável, eficiente e que pode trazer benefícios concretos e duradouros para uma comunidade, sem efeitos colaterais, é aquela proveniente do manual do fabricante; daquele que criou o homem e que conhece profundamente toda a sua estrutura e pode esmiuçá-lo profundamente como nenhum outro (Hb 4.12). A Bíblia traz um considerável volume de ideias, pensamentos, normas e diretrizes capazes de tornar a vida mais agradável e feliz (Sl 119.35, 72, 77, 92, 152, 167; II Tm 3.14-16). Dentre milhares de recomendações, ela ensina que não se deve fazer acepção de pessoas; onde todos devem ser tratados com igualdade, independentemente de sexo, cor, raça, idade, condição socioeconômica, etc. (Dt 10.17; At 10.34; Rm 2.11; Ef 6.9; Tg 2.9).

Ela ensina que a família é constituída exclusivamente por um homem e uma mulher, formando um casal, com a missão de gerar filhos e dar prosseguimento à vida na terra, que deve ser valorizada e tratada como uma peça-chave para o povo (Mc 10.6-8; Gn 1.27-28, 2.24). Ensina que devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos (Mt 19.19, 22.37-39). Imaginemos uma sociedade inteira agindo assim, independentemente de qualquer sistema de governo (Sl 33.12). Segundo ela, devemos sempre respeitar os mais velhos, os pais e todas as autoridades constituídas (Ef 6.2; Tt 3.1). Com ela, o homem é capaz de se tornar livre; livre de todos os seus fantasmas, angústias, dores e medos; livres do pecado e da condenação eterna; livres para sempre e não apenas por um determinado período (Mt 11.28-30; Lc 4.18; Jo 8. 32–36; Rm 6.22-23, 8.2,21; Ap 1.5). Só ela pode verdadeiramente ensinar o caminho para a felicidade e para a tão sonhada paz de espírito, algo que é perseguido por quase todos e muitas vezes sem sucesso (Jo 14.27). Ela é tão profunda que mostra a realidade de um reino ainda maior, melhor e abrangente que o global (Mt 16.26; Rm 6.33, 10.9). Estabelece como regras principais o amar a Deus sobre todas as coisas e o dever de buscá-lo em primeiro lugar, tendo como resultado o suprimento de todas as necessidades básicas (Mt 6.33). Diferente das demais, ela menospreza o poder, ensinando que aquele que desejar ser o maior, deve se colocar na posição de servo (Lc 14.11; Fl 2.5-9).

Por isto, e muito, muito mais, podemos afirmar que a ideologia de Deus, não a de uma mera religião, é a única perfeita e que vale a pena ser seguida, pois se sobrepõe a todas as outras que já surgiram desde os primórdios. É paradoxal alguém afirmar que é cristão e se deixar enveredar por outras ideologias, principalmente se estas confrontarem os preceitos de Cristo.

Soli Deo Glória!

Juvenal Oliveira Netto

 


domingo, 13 de maio de 2018

MÃE: A NOSSA VERDADEIRA SUPER HEROÍNA



Que privilégio! Apesar de Deus ter criado primeiro o homem, ele reservaria para a mulher a sua missão mais nobre. Ser o seu principal instrumento para a geração de novas vidas e, assim, dar continuidade ao seu projeto ímpar de povoar o planeta Terra.

Mamães de todo o mundo; de todas as idades; de todas as tribos, povos e raças; as anônimas e as que alcançaram grande notoriedade; de todas as gerações, inclusive as que ainda serão. Vocês merecem a nossa homenagem; um dia é muito pouco para expressar tamanha importância e tremendo valor que possuem; todos os dias são seus, afinal de contas, o que seria um dia sequer sem a presença de vossas excelências. Aprendemos a amá-las muito cedo, desde a nossa formação ainda no ventre; quantas noites mal dormidas por nossa causa; quantas preocupações; quanto enjoo e fome; quanta ansiedade e medo; quanto peso e ainda ter que lidar com a deformidade do corpo. — Será que vou voltar ao meu corpo normal? Será que o meu marido ainda vai se interessar por mim? Capaz de suportar cada chute, ainda que involuntariamente, sempre com profunda alegria. Isto tudo, ainda na primeira fase, pois o que está por vir talvez seja ainda mais desafiador. Nos primeiros meses de vida, tensão pura. A cada choro, a dúvida do motivo. — Será que ele(a) está sentindo alguma dor, ou será fome? O que será? O que fazer? Como posso ajudar? Qual é o chá mesmo para cólicas? E o número de fraldas trocadas? — Quanta caca! Meu Deus, como sujam e o odor, nem acredito que ingeriram apenas o meu leite.

Vamos crescendo e só mudam os tipos de preocupações. — Quem é este seu amigo? De que família. Um interrogatório à la FBI. Só vocês são capazes de nos esperar acordadas até a nossa chegada em casa, mesmo que seja nas altas madrugadas.

Prova do carinho e do amor sincero e eterno de vocês é a forma de tratamento. Chegamos à terceira idade e seremos sempre chamados de “crianças”, pois para vocês, nós seremos sempre os seus eternos bebês.

Queremos homenagear, em especial, a representante de todas as mães, Maria, mulher agraciada que fora escolhida para exercer a maior de todas as missões. Ser o instrumento de Deus para trazer à vida o Messias prometido. Com certeza, não foi aleatória a sua escolha. Ela preencheu cada requisito estabelecido por nada mais nada menos que o Eterno. Por isso, acredito que todas as demais mães devem tê-la como exemplo a ser seguido e, com certeza, serão muito bem aventuradas e terão êxito nesta singular missão terrena. Mamães, vocês são demais!!!

Que Deus abençoe a cada mamãe!

 

Juvenal Oliveira

Filho de Maria de Lourdes e esposo de Nilcéia Cádimo. 

Homenagem especial às minhas mamães preferidas.

 

quinta-feira, 10 de maio de 2018

INVEJA: APODRECIMENTO DOS OSSOS



O corpo humano é a máquina mais perfeita que se tem conhecimento. Lógico que estou utilizando uma figura de linguagem, pois o homem jamais poderá ser comparado a uma obra de engenharia mecatrônica.  O corpo se subdivide em subsistemas conforme a Terminologia Anatômica Internacional (FCAT), um deles é o Sistema Esquelético. Os ossos, como parte principal deste sistema, possuem funções importantíssimas, tais como: sustentação; proteção contra impactos; atuação fundamental na locomoção; armazenamento de energia; produção de células sanguíneas, como a medula óssea vermelha, presente na parte interna de alguns ossos, que fabrica leucócitos, eritrócitos e plaquetas; armazenamento de minerais, como o fósforo e o cálcio, fundamentais para o corpo humano.

O grande sábio Salomão fala do efeito desastroso da inveja sobre o indivíduo (Pv 14.30). Ele diz que ela pode apodrecer os ossos, ou seja, uma metáfora que indica o quanto ela é lesiva. Uma pessoa invejosa está propícia a perder a sua própria sustentação, sua base de vida; está desprovida de proteção emocional (mal resolvida); caminha vagarosamente, pois o seu olhar está sempre focado na prosperidade daqueles que estão a sua volta; está sujeita a desvanecer em suas energias pela frustração em não conseguir aquilo que cobiça ou por não alcançar a tão sonhada felicidade mesmo tendo chegado no seu objetivo; não consegue ter os seus próprios sonhos e persegui-los até alcança-los por ideal próprio e não por uma mera competição.

Todos nós, em algum momento de nossas vidas, já invejamos alguma coisa, isto é fato. A grande questão é quando isto se torna corriqueiro e nos domina, muitas vezes, sem percebermos. Quem nunca desejou ter um carro, uma casa, um emprego, uma família, etc., iguais aos de algumas pessoas?  

Além dos prejuízos causados pela inveja descritos acima, a Bíblia relata ainda inúmeros outros. Tiago vai dizer que os invejosos pedem, pedem algo a Deus e nada recebem; diz ainda que onde há inveja, há perturbação e toda obra perversa (Tg 4. 2-3, 3.16). O apóstolo Paulo afirma também que os invejosos não herdarão o Reino dos céus (Gl 2.21). O salmista, assim como o próprio Salomão, nos aconselha a não termos inveja dos ímpios nem daqueles que praticam a iniquidade, pois a sua prosperidade é temporária e passageira (Pv 3.31, 23.17, 24.1,19; Sl 37.1, 73.3).

Portanto, amados leitores, já expomos aqui sobre os grandes males que a inveja causa às pessoas com base nas Sagradas Escrituras. Um sentimento carnal e totalmente desagradável a Deus. Segundo o apóstolo Paulo, quem já se rendeu a Cristo, também já subjugou a sua natureza humana e terrena propícia a estes tipos de sentimentos; isto não quer dizer que ela estará totalmente imune a cometer este tipo de pecado e sim que não será mais dominada por ele ao ponto de prejudicar o seu relacionamento com Deus. A inveja apodrece o corpo, a alma e o espírito. Pense nisto!

“Porque também nós éramos noutro tempo insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias concupiscências e deleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros.” (Tt 3.3)


Juvenal Oliveira


quarta-feira, 2 de maio de 2018

AVAREZA: UMA DAS CARACTERÍSTICAS MAIS MISERÁVEIS DA NATUREZA HUMANA



O efeito do pecado original é devastador na vida dos homens e a avareza, com certeza, é um deles. Um comportamento reprovável e ao mesmo tempo negado por todos, pois no fundo sabem que, no momento que admitirem, não serão vistos com bons olhos pelas pessoas que os rodeiam, ou seja, serão discriminados e apelidados com termos pejorativos tais como: “unha de fome”, “mão de vaca”, “pão duro”, “muquirana”, “mão de figa”, “mão fechada”, “ganancioso”, “mão de leitão”, “sovina”, “tacanho”, “tranca”, etc.

Existem pessoas que, apesar de serem avarentas, não conseguem enxergar em si mesmas tal característica. Há uma linha tênue entre ser comedido na administração de suas finanças, ser controlado nos gastos e ser um “pão-duro”. Então, como identificar uma pessoa assim? Pode um verdadeiro cristão ser avarento?

Primeiro, são pessoas que possuem um medo excessivo de perder aquilo que adquiriram, seja por esforço próprio ou não. Agem como se fossem levar todos os seus bens para a sepultura, como se houvesse tal possibilidade. Segundo, são pessoas que relutam muito em gastar dinheiro, ainda que seja para cuidar da sua saúde, conforto e até com itens de necessidades básicas. Exploram ao máximo tudo o que o seu próximo pode lhe oferecer. Só compram produtos que estejam em promoção. Para estas pessoas, o que importa é conseguir viver bem, gastando o mínimo possível. Terceiro, são pessoas extremamente apegadas aos bens materiais. Costumam amar mais “coisas” do que pessoas; jamais conseguirão doar algum objeto a não ser que esteja deteriorado ou que já não possua nenhum valor. Ao fazerem qualquer tipo de negócio, supervalorizam os seus bens e tentam, de todas as formas, desvalorizar os dos outros. Quarto, geralmente são egoístas e só conseguem enxergar o seu próprio umbigo. Até se propõem a ajudar o próximo, desde que isto não lhe gere custos.

A avareza não escolhe raça, condição social ou até mesmo religião, por mais que esta as ensine exaustivamente o inverso. Ao contrário do que parece, ela não é exclusividade dos ricos. Parece que algumas pessoas têm uma grande dificuldade em lidar com este problema e nem mesmo os ensinos religiosos conseguem libertá-las por inteiro. Os espíritas, por exemplo, costumam dar muita ênfase às boas obras e à ajuda ao próximo, e isto pode amenizar os efeitos da avareza, eu disse amenizar. Da mesma forma, as igrejas cristãs reformadas ensinam os seus fiéis a entregarem o dízimo de tudo aquilo que recebem, além da ênfase também à ajuda ao próximo. O exercício da entrega mensal de dez por cento de tudo aquilo que se recebe tem base bíblica e ajuda muito ao desprendimento. Não obstante, também não pode curá-la se ela o fizer por puro medo da condenação eterna ou de o “devorador” colocar a mão naquilo que ela já tenha conquistado.

Certo é que a Bíblia condena veementemente a avareza. E a sua definição para esta atitude vai além das fornecidas pelos dicionários. A Bíblia a define também como idolatria, ou seja, um ídolo, um tipo de deus que hipnotiza milhões de pessoas e que irá levá-las para o inferno se não se arrependerem a tempo. Segundo a Bíblia, não há como servir a dois senhores. Infelizmente, a realidade de uma pessoa classificada como avarenta é que ela ainda está aprisionada ao fascínio deste terrível falso deus e receberá a devida recompensa por isto. A boa notícia é que eu e você somos livres para fazermos as nossas próprias escolhas. Então, decidamos hoje a servir ao único Deus, capaz de nos fazer vencer até mesmo a sepultura, Jesus Cristo de Nazaré, o maior de todos os tesouros. (Ex 18.21; Pv 15.27; Mt 6.24; Lc 12.15; 1Co 5.11, 6.10; Ef 5.5; Cl 3.5; Hb 13.5; 1 Tm 3.3; 2 Tm 3.2). 


Juvenal Oliveira