Jesus montou a sua equipe escolhendo apenas doze
homens; pessoas comuns, com temperamentos diferentes. Um deles, chamado Mateus,
era extremamente mal visto pela sociedade da época por ser um cobrador de
impostos, pois, na grande maioria, eram corruptos e extorquiam a todos. Se
houvesse a possibilidade de reunir neste período todos os grandes pensadores
que já pisaram neste planeta, eles afirmariam que aquele grupo não iria muito
longe, pois não havia excepcionalidade alguma entre eles, exceto o seu Mestre.
O resultado foi simplesmente extraordinário. Jesus
ensinou, preparou, adestrou por um período de apenas três anos doze homens,
sendo que apenas um se perdeu, e eles inflamaram o mundo com a mensagem do
evangelho.
Não há como contabilizar o número exato de pessoas
alcançadas pela mensagem regeneradora de Cristo desde a sua origem há mais de
dois mil anos. Na atualidade, existem milhões de pessoas em todos os
continentes que professam a sua fé Nele, dando testemunho de que Ele é o único
que pode dar o verdadeiro sentido às suas vidas ao preencher o seu vazio
existencial.
Destarte, se espontaneamente continuarmos a pôr em
prática os ensinamentos do Mestre dos Mestres, a obra missionária não terá como
dar errado. Se onze homens conseguiram tamanha proeza, o que dizer então desta
tão grande multidão de testemunhas do presente? O que não poderemos fazer? O
resultado será o de uma grande colheita para a glória de Deus, que não deseja que
os homens se percam, mas que se arrependam e sejam alcançados pela sua infinita
misericórdia. O que nos compete é sempre semear que, em tempo oportuno, elas
germinarão e frutificarão, dando sequência a esta obra maravilhosa até a volta
do Senhor.
Soli Deo Glória!
Juvenal Oliveira


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