quinta-feira, 24 de março de 2016

FELIZ PÁSCOA! - CELEBRANDO A LIBERDADE



 homem foi criado por Deus com plena liberdade, podemos ver isto bem claro no livro de Gênesis, mas o primeiro ser (Adão) não soube aproveitar, optando por desobedecer a Deus. A partir deste ato sua liberdade foi cerceada e toda humanidade passou a ser escravizada pelo pecado com todas as suas implicações. Num dado momento da história esta realidade fica mais contundente na vida de todo um povo ao passar 430 anos sendo escravizado pelos egípcios, trata-se de Israel. Todavia, Deus resolve tirá-los do cativeiro e devolver-lhes a “liberdade” depois de um grande clamor. Aparece então pela primeira vez na história a palavra “PÁSCOA”, festa realizada pelos Israelitas celebrando a saída do Egito, o retorno a tão sonhada “liberdade”, mas, Javé tinha preparado uma páscoa ainda melhor, uma independência mais significativa, abrangente, era uma questão de tempo. Cerca de 1400 anos se passaram e vem a nascer um homem, nascido de uma virgem, gerado pelo Espírito Santo, com a missão de tornar aquela páscoa, até então simbólica, numa real. Os sinais são evidentes, pois realizava milagres e prodígios até então nunca vistos, comprovando a sua natureza cem por cento humana, mas também cem por cento, divina. Parecia ironia do destino, os agora chamados Judeus, no momento em que celebravam a festa da Páscoa, o Filho do homem era levado para ser crucificado e remir toda a humanidade da escravidão do pecado e da morte, gerados pelo ato do primeiro ser vivente. Para nós Cristãos, hoje, a Páscoa não significa tão-somente uma data comemorativa, como era para os judeus antigos, muito menos o consumismo de guloseimas e a cultura do coelho como passou a ser ensinado pelo grupo empresarial dominante, ou ainda um mero feriado para descanso. A Páscoa é um momento em que nos reportamos ao calvário, lugar em que o nosso Jesus conquistou a verdadeira “liberdade”. Ele, Jesus, é a nossa Páscoa, pois nos libertou de toda a condenação e nos transportou da morte para a vida; das trevas para a sua maravilhosa luz; do vazio existencial para a habitação do seu Espírito em nós. Celebremos porque a Bíblia diz que ao terceiro dia Ele ressuscitou vencendo a morte, nossa maior inimiga, trazendo-nos a total confiança de que assim como Ele, nós também venceremos. Glória, honra e majestade seja dada ao Cordeiro de Deus que nos redimiu de toda a escravidão. Somos livres. Aleluia! Corrector approves this grammar: https://www.corrector.co/pt-br/ Corrector approves this grammar: https://www.corrector.co/pt-br/ Corrector approves this grammar: https://www.corrector.co/pt-br/

Corrector approves this grammar: https://www.corrector.co/pt-br/
O homem foi criado por Deus com plena liberdade, podemos ver isto bem claro no livro de Gênesis, mas o primeiro ser (Adão) não soube aproveitar, optando por desobedecer a Deus. A partir deste ato sua liberdade foi cerceada e toda humanidade passou a ser escravizada pelo pecado com todas as suas implicações. Num dado momento da história esta realidade fica mais contundente na vida de todo um povo ao passar 430 anos sendo escravizado pelos egípcios, trata-se de Israel. Todavia, Deus resolve tirá-los do cativeiro e devolver-lhes a “liberdade” depois de um grande clamor. Aparece então pela primeira vez na história a palavra “PÁSCOA”, festa realizada pelos Israelitas celebrando a saída do Egito, o retorno a tão sonhada “liberdade”, mas, Javé tinha preparado uma páscoa ainda melhor, uma independência mais significativa, abrangente, era uma questão de tempo. Cerca de 1400 anos se passaram e vem a nascer um homem, nascido de uma virgem, gerado pelo Espírito Santo, com a missão de tornar aquela páscoa, até então simbólica, numa real. Os sinais são evidentes, pois realizava milagres e prodígios até então nunca vistos, comprovando a sua natureza cem por cento humana, mas também cem por cento, divina. Parecia ironia do destino, os agora chamados Judeus, no momento em que celebravam a festa da Páscoa, o Filho do homem era levado para ser crucificado e remir toda a humanidade da escravidão do pecado e da morte, gerados pelo ato do primeiro ser vivente. Para nós Cristãos, hoje, a Páscoa não significa tão-somente uma data comemorativa, como era para os judeus antigos, muito menos o consumismo de guloseimas e a cultura do coelho como passou a ser ensinado pelo grupo empresarial dominante, ou ainda um mero feriado para descanso. A Páscoa é um momento em que nos reportamos ao calvário, lugar em que o nosso Jesus conquistou a verdadeira “liberdade”. Ele, Jesus, é a nossa Páscoa, pois nos libertou de toda a condenação e nos transportou da morte para a vida; das trevas para a sua maravilhosa luz; do vazio existencial para a habitação do seu Espírito em nós. Celebremos porque a Bíblia diz que ao terceiro dia Ele ressuscitou vencendo a morte, nossa maior inimiga, trazendo-nos a total confiança de que assim como Ele, nós também venceremos. Glória, honra e majestade seja dada ao Cordeiro de Deus que nos redimiu de toda a escravidão. Somos livres. Aleluia!

Corrector approves this grammar: https://www.corrector.co/pt-br/
omem foi criado por Deus com plena liberdade, podemos ver isto bem claro no livro de Gênesis, mas o primeiro ser (Adão) não soube aproveitar, optando por desobedecer a Deus. A partir deste ato sua liberdade foi cerceada e toda humanidade passou a ser escravizada pelo pecado com todas as suas implicações. Num dado momento da história esta realidade fica mais contundente na vida de todo um povo ao passar 430 anos sendo escravizado pelos egípcios, trata-se de Israel. Todavia, Deus resolve tirá-los do cativeiro e devolver-lhes a “liberdade” depois de um grande clamor. Aparece então pela primeira vez na história a palavra “PÁSCOA”, festa realizada pelos Israelitas celebrando a saída do Egito, o retorno a tão sonhada “liberdade”, mas, Javé tinha preparado uma páscoa ainda melhor, uma independência mais significativa, abrangente, era uma questão de tempo. Cerca de 1400 anos se passaram e vem a nascer um homem, nascido de uma virgem, gerado pelo Espírito Santo, com a missão de tornar aquela páscoa, até então simbólica, numa real. Os sinais são evidentes, pois realizava milagres e prodígios até então nunca vistos, comprovando a sua natureza cem por cento humana, mas também cem por cento, divina. Parecia ironia do destino, os agora chamados Judeus, no momento em que celebravam a festa da Páscoa, o Filho do homem era levado para ser crucificado e remir toda a humanidade da escravidão do pecado e da morte, gerados pelo ato do primeiro ser vivente. Para nós Cristãos, hoje, a Páscoa não significa tão-somente uma data comemorativa, como era para os judeus antigos, muito menos o consumismo de guloseimas e a cultura do coelho como passou a ser ensinado pelo grupo empresarial dominante, ou ainda um mero feriado para descanso. A Páscoa é um momento em que nos reportamos ao calvário, lugar em que o nosso Jesus conquistou a verdadeira “liberdade”. Ele, Jesus, é a nossa Páscoa, pois nos libertou de toda a condenação e nos transportou da morte para a vida; das trevas para a sua maravilhosa luz; do vazio existencial para a habitação do seu Espírito em nós. Celebremos porque a Bíblia diz que ao terceiro dia Ele ressuscitou vencendo a morte, nossa maior inimiga, trazendo-nos a total confiança de que assim como Ele, nós também venceremos. Glória, honra e majestade seja dada ao Cordeiro de Deus que nos redimiu de toda a escravidão. Somos livres. Aleluia! Corrector approves this grammar: https://www.corrector.co/pt-br/ Corrector approves this grammar: https://www.corrector.co/pt-br/ Corrector approves this grammar: https://www.corrector.co/pt-br/ Corrector approves this grammar: https://www.corrector.co/pt-br/

Corrector approves this grammar: https://www.corrector.co/pt-br/
O homem foi criado por Deus com plena liberdade, podemos ver isto bem claro no livro de Gênesis, mas o primeiro ser (Adão) não soube aproveitar, optando por desobedecer a Deus. A partir deste ato sua liberdade foi cerceada e toda humanidade passou a ser escravizada pelo pecado com todas as suas implicações. Num dado momento da história esta realidade fica mais contundente na vida de todo um povo ao passar 430 anos sendo escravizado pelos egípcios, trata-se de Israel. Todavia, Deus resolve tirá-los do cativeiro e devolver-lhes a “liberdade” depois de um grande clamor. Aparece então pela primeira vez na história a palavra “PÁSCOA”, festa realizada pelos Israelitas celebrando a saída do Egito, o retorno a tão sonhada “liberdade”, mas, Javé tinha preparado uma páscoa ainda melhor, uma independência mais significativa, abrangente, era uma questão de tempo. Cerca de 1400 anos se passaram e vem a nascer um homem, nascido de uma virgem, gerado pelo Espírito Santo, com a missão de tornar aquela páscoa, até então simbólica, numa real. Os sinais são evidentes, pois realizava milagres e prodígios até então nunca vistos, comprovando a sua natureza cem por cento humana, mas também cem por cento, divina. Parecia ironia do destino, os agora chamados Judeus, no momento em que celebravam a festa da Páscoa, o Filho do homem era levado para ser crucificado e remir toda a humanidade da escravidão do pecado e da morte, gerados pelo ato do primeiro ser vivente. Para nós Cristãos, hoje, a Páscoa não significa tão-somente uma data comemorativa, como era para os judeus antigos, muito menos o consumismo de guloseimas e a cultura do coelho como passou a ser ensinado pelo grupo empresarial dominante, ou ainda um mero feriado para descanso. A Páscoa é um momento em que nos reportamos ao calvário, lugar em que o nosso Jesus conquistou a verdadeira “liberdade”. Ele, Jesus, é a nossa Páscoa, pois nos libertou de toda a condenação e nos transportou da morte para a vida; das trevas para a sua maravilhosa luz; do vazio existencial para a habitação do seu Espírito em nós. Celebremos porque a Bíblia diz que ao terceiro dia Ele ressuscitou vencendo a morte, nossa maior inimiga, trazendo-nos a total confiança de que assim como Ele, nós também venceremos. Glória, honra e majestade seja dada ao Cordeiro de Deus que nos redimiu de toda a escravidão. Somos livres. Aleluia! Corrector approves this grammar: https://www.corrector.co/pt-br/

Corrector approves this grammar: https://www.corrector.co/pt-br/
    

O homem foi criado por Deus com plena liberdade, podemos ver isto bem claro no livro de Gênesis, mas o primeiro ser (Adão) não soube aproveitar, optando por desobedecer a Deus. A partir deste ato, sua liberdade foi cerceada e toda a humanidade passou a ser escravizada pelo pecado com todas as suas implicações.

Num dado momento da história, esta realidade fica mais contundente na vida de todo um povo ao passar 430 anos sendo escravizado pelos egípcios, trata-se de Israel. Todavia, Deus resolve tirá-los do cativeiro e devolver-lhes a “liberdade” após um grande clamor. Aparece então pela primeira vez na história a palavra “PÁSCOA”, festa realizada pelos israelitas celebrando a saída do Egito. O retorno à tão sonhada “liberdade”, mas Javé havia preparado uma páscoa ainda melhor. Uma independência mais significativa, abrangente, era uma questão de tempo.

Cerca de 1400 anos se passaram e nasce um homem, nascido de uma virgem, gerado pelo Espírito Santo, com a missão de tornar aquela Páscoa, até então simbólica, numa real. Os sinais são evidentes, pois realizava milagres e prodígios até então nunca vistos, comprovando a sua natureza cem por cento humana, mas também cem por cento divina. Parecia ironia do destino, os agora chamados judeus, no momento em que celebravam a festa da Páscoa, o Filho do homem era levado para ser crucificado e remir toda a humanidade da escravidão do pecado e da morte, gerados pelo ato do primeiro ser vivente.

Para nós, cristãos, hoje, a Páscoa não significa tão somente uma data comemorativa, como era para os judeus antigos, muito menos o consumismo de guloseimas e a cultura do coelho, como passou a ser ensinado pelo grupo empresarial dominante, ou ainda um mero feriado para descanso. A Páscoa é um momento em que nos reportamos ao calvário, lugar onde o nosso Jesus conquistou a verdadeira “liberdade”. Ele, Jesus, é a nossa Páscoa, pois nos libertou de toda a condenação e nos transportou da morte para a vida; das trevas para a sua maravilhosa luz; do vazio existencial para a habitação do seu Espírito em nós.

 Celebremos porque a Bíblia diz que, ao terceiro dia, Ele ressuscitou, vencendo a morte, nossa maior inimiga. Trazendo-nos a total confiança de que, assim como Ele, nós também venceremos. Glória, honra e majestade sejam dadas ao Cordeiro de Deus que nos redimiu de toda a escravidão. Somos livres. Aleluia!      

Juvenal Oliveira

O homem foi criado por Deus com plena liberdade, podemos ver isto bem claro no livro de Gênesis, mas o primeiro ser (Adão) não soube aproveitar, optando por desobedecer a Deus. A partir deste ato sua liberdade foi cerceada e toda humanidade passou a ser escravizada pelo pecado com todas as suas implicações. Num dado momento da história esta realidade fica mais contundente na vida de todo um povo ao passar 430 anos sendo escravizado pelos egípcios, trata-se de Israel. Todavia, Deus resolve tirá-los do cativeiro e devolver-lhes a “liberdade” depois de um grande clamor. Aparece então pela primeira vez na história a palavra “PÁSCOA”, festa realizada pelos Israelitas celebrando a saída do Egito, o retorno a tão sonhada “liberdade”, mas, Javé tinha preparado uma páscoa ainda melhor, uma independência mais significativa, abrangente, era uma questão de tempo. Cerca de 1400 anos se passaram e vem a nascer um homem, nascido de uma virgem, gerado pelo Espírito Santo, com a missão de tornar aquela páscoa, até então simbólica, numa real. Os sinais são evidentes, pois realizava milagres e prodígios até então nunca vistos, comprovando a sua natureza cem por cento humana, mas também cem por cento, divina. Parecia ironia do destino, os agora chamados Judeus, no momento em que celebravam a festa da Páscoa, o Filho do homem era levado para ser crucificado e remir toda a humanidade da escravidão do pecado e da morte, gerados pelo ato do primeiro ser vivente. Para nós Cristãos, hoje, a Páscoa não significa tão-somente uma data comemorativa, como era para os judeus antigos, muito menos o consumismo de guloseimas e a cultura do coelho como passou a ser ensinado pelo grupo empresarial dominante, ou ainda um mero feriado para descanso. A Páscoa é um momento em que nos reportamos ao calvário, lugar em que o nosso Jesus conquistou a verdadeira “liberdade”. Ele, Jesus, é a nossa Páscoa, pois nos libertou de toda a condenação e nos transportou da morte para a vida; das trevas para a sua maravilhosa luz; do vazio existencial para a habitação do seu Espírito em nós. Celebremos porque a Bíblia diz que ao terceiro dia Ele ressuscitou vencendo a morte, nossa maior inimiga, trazendo-nos a total confiança de que assim como Ele, nós também venceremos. Glória, honra e majestade seja dada ao Cordeiro de Deus que nos redimiu de toda a escravidão. Somos livres. Aleluia! Corrector approves this grammar: https://www.corrector.co/pt-br/ Corrector approves this grammar: https://www.corrector.co/pt-br/ Corrector approves this grammar: https://www.corrector.co/pt-br/

Corrector approves this grammar: https://www.corrector.co/pt-br/
O homem foi criado por Deus com plena liberdade, podemos ver isto bem claro no livro de Gênesis, mas o primeiro ser (Adão) não soube aproveitar, optando por desobedecer a Deus. A partir deste ato sua liberdade foi cerceada e toda humanidade passou a ser escravizada pelo pecado com todas as suas implicações. Num dado momento da história esta realidade fica mais contundente na vida de todo um povo ao passar 430 anos sendo escravizado pelos egípcios, trata-se de Israel. Todavia, Deus resolve tirá-los do cativeiro e devolver-lhes a “liberdade” depois de um grande clamor. Aparece então pela primeira vez na história a palavra “PÁSCOA”, festa realizada pelos Israelitas celebrando a saída do Egito, o retorno a tão sonhada “liberdade”, mas, Javé tinha preparado uma páscoa ainda melhor, uma independência mais significativa, abrangente, era uma questão de tempo. Cerca de 1400 anos se passaram e vem a nascer um homem, nascido de uma virgem, gerado pelo Espírito Santo, com a missão de tornar aquela páscoa, até então simbólica, numa real. Os sinais são evidentes, pois realizava milagres e prodígios até então nunca vistos, comprovando a sua natureza cem por cento humana, mas também cem por cento, divina. Parecia ironia do destino, os agora chamados Judeus, no momento em que celebravam a festa da Páscoa, o Filho do homem era levado para ser crucificado e remir toda a humanidade da escravidão do pecado e da morte, gerados pelo ato do primeiro ser vivente. Para nós Cristãos, hoje, a Páscoa não significa tão-somente uma data comemorativa, como era para os judeus antigos, muito menos o consumismo de guloseimas e a cultura do coelho como passou a ser ensinado pelo grupo empresarial dominante, ou ainda um mero feriado para descanso. A Páscoa é um momento em que nos reportamos ao calvário, lugar em que o nosso Jesus conquistou a verdadeira “liberdade”. Ele, Jesus, é a nossa Páscoa, pois nos libertou de toda a condenação e nos transportou da morte para a vida; das trevas para a sua maravilhosa luz; do vazio existencial para a habitação do seu Espírito em nós. Celebremos porque a Bíblia diz que ao terceiro dia Ele ressuscitou vencendo a morte, nossa maior inimiga, trazendo-nos a total confiança de que assim como Ele, nós também venceremos. Glória, honra e majestade seja dada ao Cordeiro de Deus que nos redimiu de toda a escravidão. Somos livres. Aleluia! Corrector approves this grammar: https://www.corrector.co/pt-br/

Corrector approves this grammar: https://www.corrector.co/pt-br/





O homem foi criado por Deus com plena liberdade, podemos ver isto bem claro no livro de Gênesis, mas o primeiro ser (Adão) não soube aproveitar, optando por desobedecer a Deus. A partir deste ato sua liberdade foi cerceada e toda humanidade passou a ser escravizada pelo pecado com todas as suas implicações. Num dado momento da história esta realidade fica mais contundente na vida de todo um povo ao passar 430 anos sendo escravizado pelos egípcios, trata-se de Israel. Todavia, Deus resolve tirá-los do cativeiro e devolver-lhes a “liberdade” depois de um grande clamor. Aparece então pela primeira vez na história a palavra “PÁSCOA”, festa realizada pelos Israelitas celebrando a saída do Egito, o retorno a tão sonhada “liberdade”, mas, Javé tinha preparado uma páscoa ainda melhor, uma independência mais significativa, abrangente, era uma questão de tempo. Cerca de 1400 anos se passaram e vem a nascer um homem, nascido de uma virgem, gerado pelo Espírito Santo, com a missão de tornar aquela páscoa, até então simbólica, numa real. Os sinais são evidentes, pois realizava milagres e prodígios até então nunca vistos, comprovando a sua natureza cem por cento humana, mas também cem por cento, divina. Parecia ironia do destino, os agora chamados Judeus, no momento em que celebravam a festa da Páscoa, o Filho do homem era levado para ser crucificado e remir toda a humanidade da escravidão do pecado e da morte, gerados pelo ato do primeiro ser vivente. Para nós Cristãos, hoje, a Páscoa não significa tão-somente uma data comemorativa, como era para os judeus antigos, muito menos o consumismo de guloseimas e a cultura do coelho como passou a ser ensinado pelo grupo empresarial dominante, ou ainda um mero feriado para descanso. A Páscoa é um momento em que nos reportamos ao calvário, lugar em que o nosso Jesus conquistou a verdadeira “liberdade”. Ele, Jesus, é a nossa Páscoa, pois nos libertou de toda a condenação e nos transportou da morte para a vida; das trevas para a sua maravilhosa luz; do vazio existencial para a habitação do seu Espírito em nós. Celebremos porque a Bíblia diz que ao terceiro dia Ele ressuscitou vencendo a morte, nossa maior inimiga, trazendo-nos a total confiança de que assim como Ele, nós também venceremos. Glória, honra e majestade seja dada ao Cordeiro de Deus que nos redimiu de toda a escravidão. Somos livres. Aleluia! Corrector approves this grammar: https://www.corrector.co/pt-br/ Corrector approves this grammar: https://www.corrector.co/pt-br/ Corrector approves this grammar: https://www.corrector.co/pt-br/ Corrector approves this grammar: https://www.corrector.co/pt-br/

Corrector approves this grammar: https://www.corrector.co/pt-br/

sábado, 19 de março de 2016

IMPEACHMENT: SOLUÇÃO OU APENAS UM PALIATIVO?





Gostaria muito de acreditar que o impeachment da nossa Presidente da República, Dilma Rousseff, poderia resolver os nossos maiores problemas atuais, que envolvem principalmente a política e a economia. Já está mais do que na hora de nós amadurecermos, ampliarmos a mente; a nossa visão de país de terceiro mundo.

Mesmo estando certo de que não existe mais qualquer possibilidade de governabilidade por parte da atual presidente, somente retirá-la do poder não vai resolver os nossos problemas. Primeiro, porque todos os que se seguem na cadeia de comando, prevista em nossa Constituição, não oferecem credibilidade por estarem direta ou indiretamente envolvidos em casos de corrupção.

Partindo para uma segunda opção, que seria convocar novas eleições, também não resolveria o problema do Brasil, pois este sistema atual em que se encontra a política brasileira oferece todas as oportunidades para corromper quem quer que seja ao assumir o poder.

O Brasil precisa de uma reforma que envolva os três poderes constituintes. Reconheço que existem milhares de pessoas com quociente de inteligência maior que o meu. Entretanto, compartilharei as minhas ideias, para que, quem sabe, não corroborem com outras pessoas que pensam da mesma maneira. Assim, as nossas vozes juntas produzam um eco que alcançe a nossa nação por inteiro. Listarei a seguir alguns pontos:

— Um Judiciário totalmente independente, onde os cargos mais altos sejam ocupados não por indicação do Executivo, mas por critério de carreira e competência. Será que o ex-presidente Lula quer a todo custo sair das mãos do juiz Sérgio Moro apenas para ganhar tempo ou, no fundo, ele acredita que os oito Ministros do STF lhe serão gratos pelas suas indicações, transformando um processo jurídico em processo político? Todos nós sabemos que isto já aconteceu muitas vezes antes, ninguém mais é inocente hoje.

— Diminuir o número de partidos políticos. Por que será que os americanos têm apenas dois? Esta enorme quantidade de partidos dificulta a governabilidade, além de trazer enormes gastos para os cofres públicos. Vamos ser longânimes, cinco estariam de bom tamanho para começar.

— Diminuir o número de ministérios, senadores, deputados federais, deputados estaduais e vereadores. Além disto, diminuir os seus salários exorbitantes e as vantagens sem fim que eles têm. Todos já pararam para fazer as contas de quanto o Brasil gasta com cada deputado? Segundo levantamento da ONG Transparência Brasil sobre os orçamentos da União, na Câmara dos Deputados, a razão é de R$ 6,6 milhões para cada um dos 513 deputados federais por ano. Um absurdo total!

— Com menos partidos políticos, os gastos com as campanhas seriam menores, com isto, poderia-se estabelecer um valor para cada partido a receber oficialmente dos cofres públicos, evitando este toma lá dá cá. Quem acredita que uma empreiteira vai doar milhões para um candidato ou partido, sem a intenção de receber alguma vantagem em troca?

— Mudar as regras em relação às legendas, ou seja, vencerá aquele candidato que tiver a maior contagem de votos, independentemente do partido ao qual faça parte.

— Tempo de propaganda na TV e rádio, iguais para todos, independentemente de partidos, aí sim, será uma eleição justa, onde todos terão as mesmas oportunidades.

— Leis mais rígidas para os crimes de corrupção. No Brasil, os chamados crimes do colarinho branco compensam, pois as penas são leves demais. Assaltam os cofres públicos em bilhões e, na grande maioria das vezes, ficam soltos, ou cumprem penas em regimes semiabertos. Leis mais rígidas para aqueles que deveriam dar o exemplo, tais como: todos os políticos, juízes e advogados. Quem conhece mais a fundo as leis e mesmo assim as transgride, deveria ter uma punição mais exemplar.

Portanto, pelo exposto acima, acredito que somente retirar a Dilma do comando será apenas um paliativo. Retirá-la deve ser apenas o primeiro passo, o mundo precisa olhar para o Brasil com outros olhos e para isto precisaremos realizar uma série de mudanças. Estas mudanças só acontecerão se houver pressão por parte do povo, pois todas as medidas expostas acima não são de interesse algum para aqueles que estão no poder. Além de tudo que abordei acima, finalizo citando como exemplo a família, célula mater da sociedade. Assim como nos lares, o exemplo dos pais falará muito mais alto que seus ensinamentos, contribuindo para a formação dos novos cidadãos na nação. Aqueles que estão no topo devem dar o exemplo, para todos. Assim, teremos uma pátria menos corrompida e próspera em todos os aspectos.

 

Juvenal Oliveira

“Quando os justos governam, alegra-se o povo; mas quando o ímpio domina, o povo geme.” Provérbios 29:2

 



quinta-feira, 17 de março de 2016

INTEGRIDADE: ISTO AINDA É POSSÍVEL?




Está cada vez mais difícil ser honesto, pelo menos em nosso país. Ficaríamos menos angustiados se a corrupção fosse exclusividade de políticos e seus partidos, ou de algum órgão específico. Pior que não é; ela se instalou, se instalou não, muito mais, ela se enraizou em toda a sociedade brasileira. Fazer o correto, ser honesto, procurar ser justo, cumprir a lei, tudo isto virou coisa de “otário”, na linguagem popular. Afinal de contas, todo mundo rouba, transgride as leis, é absolutamente normal. A propina, o gato na luz, o furar a fila, o sonegar impostos, receber algum tipo de vantagem, etc. Tudo isto é visto com muita naturalidade e, ai daquele que resolver discordar destas práticas. Arranjaram até um apelido para quem procura ser íntegro. Estas pessoas são tidas como “caxias”, “puxa-saco”, “fundamentalista”, “radical”, “utópico” e muitos outros adjetivos pejorativos, como se elas estivessem no erro.

Existem medidas muito simples a serem tomadas a fim de diminuir estas distorções de caráter, entretanto chegamos à conclusão de que, simplesmente, não há nenhum interesse nisto. Todo mundo se acostumou com a famosa “lei de Gérson”, querer levar vantagem em tudo e a olharem apenas para o seu umbigo, o próximo, este que se vire.

Há algum tempo, acreditava-se que a burocracia existente em vários órgãos públicos e privados tinha como finalidade a lisura, a fim de realizar as coisas do modo mais correto possível. Quanta ingenuidade a minha, hoje enxergo que toda esta burocracia é proposital, intencional, para forçar os esquemas. A burocracia dá sustentabilidade à corrupção.

Não sei qual é a realidade em outros estados, por isso me pronunciarei em relação ao meu, o Rio de Janeiro, sobre especificamente o Departamento de Trânsito (DETRAN-RJ), mas poderia citar aqui muitos outros órgãos, mas deixarei para outra oportunidade. Uma burocracia enorme, vistorias de veículos realizadas por pessoas com capacidade técnica duvidosa, as quais são praticamente inquestionáveis durante as avaliações do seu veículo, induzindo um número significativo de pessoas a se proporem a “pagar por fora” para terem a sua aprovação e obter o documento de seu veículo. Ainda falando deste órgão, é um absurdo a quantidade e os valores dos “DUDAS” a serem pagos. Sem contar ainda com as blitz, que deveriam focar bandidos, armas, drogas, mas, infelizmente, o alvo da maioria delas é para apreender os veículos, cujos donos não pagaram em dia o IPVA do seu carro. Quero deixar bem claro que não sou contra as blitz e nem quanto à apreensão dos veículos com irregularidades, entretanto, o que oferece mais risco à nossa sociedade? Sem contar com as empresas terceirizadas de guinchos, depósitos com diárias a preços exorbitantes e, pior, muitas vezes pertencentes a pessoas com funções em órgãos públicos fiscalizadores, ou seja, muita gente ganha com isso.

Às vezes me sinto como se estivesse dentro da “GRANDE BABILÔNIA”, uma cidade usada de maneira metafórica pela Bíblia para descrever um grande sistema corrompido e dominado por seres espirituais, normalmente intitulados como “demônios”.

Existe um dito popular que diz: “água mole e pedra dura tanto bate até que fura”. O grande desafio para todos os brasileiros não é ser honesto, fazer as coisas certas, etc. O grande desafio é permanecermos íntegros, inalteráveis em nosso caráter. Um grande grupo de pessoas vem se rendendo a este sistema cruel e desumano pela chamada lei da sobrevivência, ou seja, se não se render, poderá pagar um alto preço, inclusive com a perda da própria vida.

Não adianta os brasileiros irem às ruas e pedirem mudanças no governo, o fim da corrupção, o apoio incondicional aos juízes, como o Sérgio Moro, isto deve ser só o começo. É preciso que esta mudança de comportamento, de caráter, comece em mim e em você, a fim de termos moral para realizarmos críticas e cobrarmos proceder ético e moral aos outros, senão, seremos meros hipócritas, fazendo discursos evasivos e sem credibilidade alguma.

Nós não somos obrigados a nos rendermos a este sistema babilônico. Sabemos que é difícil e que provavelmente teremos que cortar na própria carne, mas é o único caminho a ser seguido, não por algum tempo apenas. Ser íntegro é ser inalterável, ou seja, mesmo que todos à nossa volta se corrompam, nossa integridade nos levará a perseverar no caminho correto até o fim, sem pegarmos nenhum atalho, sem sermos influenciados, ainda que seja por uma multidão.

Para finalizar, a integridade não está, necessariamente, ligada à religião, até porque existem muitas pessoas comprovando com a sua maneira de viver que a religião não pôde torná-las íntegras.

Deus abençoe a nossa nação!

Juvenal Oliveira

 

“A sinceridade dos íntegros os guiará, mas a perversidade dos aleivosos os destruirá.” (Provérbios 11:3).

“E disse o Senhor a Satanás: Observaste o meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal, e que ainda retém a sua sinceridade, havendo-me tu incitado contra ele, para o consumir sem causa.” (Jó 2:3).