quinta-feira, 2 de junho de 2016

TRANSFORMADOS PELO PODER DO REINO, JAMAIS SEREMOS PRODUTO DO MEIO



Uma afirmativa de Karl Marx de que o homem é produto do meio, tem sido tema de muitos debates e controvérsias, principalmente com a predominância das ideias socialistas no Brasil dos últimos anos. A ideia aqui não é entrar no mérito desta questão para definir quem é que está com a razão ou não, mas levar as pessoas a refletir sobre o papel do Reino, representado pela Igreja, neste mundo. Aí vem a seguinte pergunta? Seria a Igreja produto do seu meio (mundo)?
É indiscutível que a sociedade caminha a passos largos em direção à degradação total: Violência, depravação moral, indiferença, inversão de valores, egoísmo, relativismo, sincretismo religioso e outras coisas mais. Isto tudo é absolutamente aceitável, pois a Bíblia diz que o mundo jaz no maligno (1ª João 5.19). O homem sem Deus seguirá os seus instintos. A sua essência desde o éden é pecaminosa, falha, débil. Desde que o pecado adentrou ao mundo o homem precisa se esforçar para fazer as coisas corretas, não obstante, erra sem o menor esforço (Romanos 3.23, 7.14-25).
O que se torna preocupante é ver a Igreja, intitulada como candeeiro no livro de apocalipse, ou seja, portadora da luz (Apocalipse 1.13); Aquela que dissipa a escuridão pelo seu testemunhar acerca de Jesus, se moldando aos costumes e práticas dos filhos das trevas (1ª João 3.10). Será que Marx teria razão? A Igreja brasileira se tornou produto do seu meio? Adotou ou se acostumou com a corrupção generalizada que assola o nosso país. Foi influenciada pelos modismos e pelas vãs filosofias do presente século? A Bíblia se tornou flexível? O evangelho do presente deve ser diferente do adotado pelos Apóstolos e pelos cristãos primitivos? Até que ponto temos autorização para contextualizar os ensinamentos nela contidos? Alguns princípios em relação ao namoro, casamento, educação de filhos, sexualidade, santidade, princípios éticos e morais, etc., deveriam mesmo sofrer mudanças?
Não, não e não, a Igreja jamais será produto do meio, pelo menos a Igreja invisível, a noiva do Cordeiro, esta se manterá imaculada, ataviada, inflexível, fiel as escrituras, pronta para se encontrar com o seu noivo. Gritará para os quatro cantos da terra que Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor (Colossenses 1. 13). A verdadeira Igreja é e sempre será um referencial para o seu meio. Será sempre luz em meio às trevas para glória do nome de Jesus.
Soli Deo Glória!!!
Juvenal Mariano de Oliveira Netto

5 comentários:

  1. Ótimo texto. De forma clara e objetiva, o artigo trata de um assunto atual e relevante.

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  2. Ótimo texto. De forma clara e objetiva, o artigo trata de um assunto atual e relevante.

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  3. Olha muito bom ouvir q ainda tem crentes preocupado com a salvação preocupado com a santidade !!! Somos sal de terra e luz do mundo estamos nele pra fazer a diferença!!!!

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  4. Esse texto, inspirado pelo Espírito Santo, adverte a igreja de Cristo para um despertamento, bem, muitos estão como aquele candeeiro debaixo da mesa, não tem funcionalidade, talvez adotam essa postura para ter a liberdade de beber água em outras fontes,ainda , defato não se encontraram com o próprio Deus,e vivem o seu vazio existencial, daí o motivo de tantas buscas por modismos que toquem a Emoção. Vou compartilhar, vale apena! Deus o abençoe meu caro irmão!

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  5. Esse texto, inspirado pelo Espírito Santo, adverte a igreja de Cristo para um despertamento, bem, muitos estão como aquele candeeiro debaixo da mesa, não tem funcionalidade, talvez adotam essa postura para ter a liberdade de beber água em outras fontes,ainda , defato não se encontraram com o próprio Deus,e vivem o seu vazio existencial, daí o motivo de tantas buscas por modismos que toquem a Emoção. Vou compartilhar, vale apena! Deus o abençoe meu caro irmão!

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Quem sou eu

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Sou casado com Nilcéia e temos duas lindas filhas. Me alistei no Exército de Cristo a cerca de 24 anos atrás. Desde então meu alvo é agradá-lo em tudo o que faço. Meu maior prazer é anunciar as boas notícias do Senhor Jesus, sendo um profeta (aquele que fala em o nome do Senhor) para esta geração.